Blog do Rodolfo Lucena - + corrida
 

Revista

Revista

"SuperAção"

 
Na edição de fevereiro da revista "SuperAção":
 
NUTRIÇÃO - Recupere-se dos exageros depois das festas, férias e finais de semana
 
ABDOME FORTALECIDO - Para diminuir o risco de lesões
 
TREINAR DE DIA OU DE NOITE? - Escolha o melhor período para você
 
BALANÇO DA SÃO SILVESTRE - O que vai ser da principal corrida do País
 
PERFIL - Franck Caldeira e Lucélia Peres
 

Para mais informações, visite o site www.interesportes.com.br.

Escrito por Rodolfo Lucena às 17h39

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | Livros, filmes e canções | PermalinkPermalink #

Nas bancas

Nas bancas

"O2"

Na edição deste mês, a reportagem de capa é sobre o fotoenvelhecimento de pele e cabelos: a exposição, durante treinos e provas, faz dos corredores alvos mais suscetíveis aos efeitos dos raios solares; exageros na corrida também envelhecem mais.

Outra matéria de destaque é o perfil de Jesse Owens, o negro que peitou Hitler. Ele não se abateu pelo preconceito racial, levou quatro ouros nas Olimpíadas de Berlim e fez o líder nazista se retirar do Estádio Olímpico em 1936.

Escrito por Rodolfo Lucena às 17h37

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | Livros, filmes e canções | PermalinkPermalink #

Dean Karnazes

Dean Karnazes

Ultraman delirante

Como informei hoje na minha coluna no caderno Equilíbrio, da Folha (AQUI, apenas para assinantes da Folha e/ou do UOL), chega às livrarias na próxima semana a versão em português da autobiografia de Dean Karnazes, que se transformou no mais popular ultramaratonista norte-americano (talvez o primeiro ultramaratonista a ser popular).

Ele voltou às manchetes (pelo menos, de sites esportivos norte-americanos), ao completar em novembro, na maratona de Nova York, uma série de 50 maratonas em 50 dias, numa campanha para arrecadar fundos para entidades benemerentes.

A história do cara é muito legal, ainda que seus treinos e estilo de vida possam não ser considerados um exemplo para a maioria de nós.

Para dar uma palhinha, conto como ele virou ultra. Estava num boteco fino, com os colegas yuppies do mundo do marketing e da publicidade, comemorando seus 30 anos e uma carreira em franca ascensão. Uma garota começou a dar em cima dele, que também deu mole. estavam quase chegando aos beijos, no final da noite, quando ele, então (e ainda agora) um sujeito bem casado, se deu conta da meleca que estava fazendo.

Caiu fora e, em vez de pegar o carro para voltar para casa, saiu a correr pelas ruas de San Francisco para desanuviar a cabeça. Correu a noite toda e iniciou uma revolução na sua vida.

Hoje vive de patrocínios, palestras e da renda do livro ("O Ultramaratonista", ed. Rocco). Que, por sinal, na versão que recebi para avaliação, tem um erro logo na capa. O subtítulo diz que o autor é “o homem que correu dez maratonas em um único dia”.

Eu já tinha lido o livro há mais de um ano e não lembrava de nada do gênero. Conversei com Karnazes por e-mail, e ele disse o seguinte: “Bem que eu gostaria de poder correr 262 milhas (422 quilômetros) em 24 horas, mas não dá. Já corri 350 milhas em 81 horas nas Califórnia. E recentemente corri 50 maratonas em seqüência, no que provavelmente foi meu maior desafio até agora”. Leia a seguir a primeira parte da entrevista com Karnazes.

FOLHA - Qual foi sua pior corrida (se é que existe uma corrida ruim)?
DEAN KARNAZES -
A primeira vez que eu tentei correr a Badwater Ultramarathon, uma corrida de 135 milhas (217 quilômetros) que passa pelo Vale da Morte no meio do verão. Foi um desastre. Eu relato a experiência no meu livro. Basicamente, tudo que poderia dar errado deu errado. Meu carro de apoio quebrou, eu bebi água contaminada, meus tênis derreteram, fiquei muito desidratado e cheguei ao delírio. Na milha 72, desmaiei e fui levado para atendimento em segurança.

FOLHA - E qual foi o desafio mais interessante?
KARNAZES -
Recentemente eu corri 50 maratonas nos 50 Estados dos EUA em 50 dias seguidos. Não só a corrida foi muito interessante, mas eu pude viajar e ver o país inteiro. A experiência como um todo foi incrível.

FOLHA - O que você sente quando corre?
KARNAZES -
Liberdade. Qualquer um que corra conhece a sensação. Correr dá a você um sentido de liberdade marcante.Algumas pessoas não conseguem entender o que faço. Mas eu adoro fazer isso, e é sempre muito legal poder fazer o que você gosta. Uma coisa maravilhosa da corrida é que ela é tão simples, qualquer um pode correr. Há algo primordial, intrínseco na corrida que faz com que aflore o melhor das pessoas.

FOLHA - Mas é preciso correr distâncias tão longas para obter essa satisfação? Uma coisinha mais curta, como uma maratona dupla, já não seria suficiente?

KARNAZES - Eu tenho curiosidade de saber até onde o corpo humano pode ir. Quero testar e ampliar os limites da resistência humana. Eu sou fascinado por isso. Então, não é tanto pela corrida, mas sim por expandir os meus próprios limites pessoais.


Continua a seguir.

Escrito por Rodolfo Lucena às 07h34

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | Cara e coragem | PermalinkPermalink #

Dean Karnazes

Dean Karnazes

Dicas do Ultraman

Esta é a continuação da entrevista exclusiva com Dean Karnazes, ultramaratonista norte-americano cuja autobiografia será lançada no Brasil na próxima semana.


FOLHA - O que o torna diferente dos outros corredores?
KARNAZES -
Nada, na verdade. Sou apenas um sujeito comum. Eu sinceramente acredito que qualquer um pode fazer o que eu faço, desde que tenha a paixão e o compromisso para treinar e se preparar adequadamente. Eu acho que isso é parte da razão pela qual minha história tem tido alguma repercussão. Sou apenas um sujeito comum fazendo o melhor possível com os recursos que tenho. As pessoas consideram isso inspirador.

FOLHA - No seu livro, você conta que correr, de certa forma, salvou seu casamento. E agora, com tantas horas dedicadas ao esporte, como sua família reage?
KARNAZES -
A corrida pode unir as famílias, mas também pode provocar separações. Para nós, minha corrida nos tornou ainda mais unidos. Nós estamos mais próximos do que nunca.

FOLHA - O que fez você passar de um ultramaratonista para um ultrafamoso ultramaratonista?
KARNAZES -
Isso aconteceu basicamente por causa de meu livro. Quando eu o escrevi, pensei: “Se eu conseguir que uns dez colegas meus comprem, já serei muito sortudo”. Quando o livro se tornou um best-seller, eu fiquei doidão.

FOLHA - Com o sucesso de seu livro, você se tornou uma estrela. Como isso se refletiu na sua vida financeira?
KARNAZES -
Apesar de tudo, eu ainda ganho menos hoje, com o livro, as palestras e os patrocínios, do que ganhava no mundo corporativo. mas eu estou muito mais feliz. A troca valeu a pena.

FOLHA - Como é um típico dia de Dean Karnazes?
KARNAZES -
Na verdade, não há um dia típico, o que é uma das coisas que adoro em meu estilo de vida. Às vezes, corro cedinho pela manhã, outras vezes corro à noite (às vezes, toda a noite). Se as ondas estiverem legais, vou dar uma surfada. Se está nevando, vou fazer snowboard.

FOLHA - Você já enfrentou vários desafios. Qual é o próximo?
KARNAZES -
Tenho muitos planos e alguns projetos em andamento. Eu gostaria de fazer coisas mais globais, na Europa, na África, na Ásia, na América do Sul. A corrida tem uma capacidade única de unir as pessoas, provocar a integração além das fronteiras, das religiões, das raças. Há muitas guerras no mundo, muita raiva e muitas mortes desnecessárias. Usar a corrida para ajudar a unir as pessoas, esse é o meu maior objetivo.

FOLHA - Algum plano para o Brasil?
KARNAZES -
Por enquanto, não. Mas eu adoraria. Já encontrei muitos corredores brasileiros em minhas viagens, e gostei muito de seu espírito e atitude.

FOLHA - Você recomendaria que alguém se tornasse ultramaratonista?
KARNAZES -
Não sou muito bom em recomendar coisas para pessoas ou para dar conselhos. Se alguém pergunta, meu conselho é que ele escolha fazer algo de que goste muito. Se for ultramaratonas, muito bem. Se for outra coisas, surfe, ciclismo, então faça isso. Se você começar fazer algo de que não gosta, nunca vai perseverar naquela atividade.

FOLHA - Quais são suas dez principais dicas para quem pretenda começar uma atividade física.
KARNAZES -
Correr uma maratona começa com o primeiro passo. Meus dez conselhos são esses:

1. Seja paciente.
2. Estabeleça objetivos realistas.
3. Se você perder algum treino ou fraquejar, não é o fim do mundo. Não desista.
4. Conte a todo mundo o que você está fazendo e que planeja entrar em forma.
5. Escolha uma atividade que você adore.
6. Passe a considerar entrar em forma uma prioridade importante em sua vida.
7. Consiga um parceiro para treinar junto.
8. Inscreva-se numa corrida ou caminhada de cinco ou dez quilômetros (NR: Mas dê a você mesmo um tempo para a preparação).
9. Elimine de sua dieta o açúcar refinado.
10. Tome dez copos de água por dia.

 

 

Escrito por Rodolfo Lucena às 07h26

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | Cara e coragem | PermalinkPermalink #

Dica de artista

Dica de artista

Receita anti-estresse
 
A atriz Drew Barrymore, a inesquecível garotinha de "ET" dona do maior grito da história do cinema, tem uma infalível receita contra os males do estresse.
 
Depois de vencer problemas com drogas e alcoolismo e voltar à trilha do sucesso, agora supercaretona, Drew revelou à revista "Parade" o seu segredo:
 
"Vou dirigindo pela Irlanda, paro o meu carro e corro pelo campo enquanto arranco a roupa e corro nua pelos campos de trigo. Não é para que ninguém veja. É só para desfrutar da sensação de liberdade."
 
A atriz (na foto em cena do filme "Como se Fosse a Primeira Vez") estará ao lado de Hugh Grant na comédia romântica Music and Lyrics, que chega aos cinemas dos Estados Unidos em fevereiro.
 

Escrito por Rodolfo Lucena às 09h58

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | Dores e medos | PermalinkPermalink #

Elisete Pereira

Elisete Pereira

Travessia andina

A ultramaratonista Elisete Pereira, que mora no Paraná, iniciou ontem mais uma aventura corrida. Deixou Curitiba com destino à Argentina, onde, a partir de sexta-feira, participa de uma corrida de revezamento que atravessa os Andes e chega ao Chile.
Cada equipe tem 12 atletas, e cada um vai correr uma maratona, totalizando mais de 500 quilômetros de morro, frio e ventania.
Elisete, 44, é catarinense, casada, tem duas filhas e vai participar do único time feminino entre os dez da prova, que, neste ano, contará pela primeira vez com uma equipe brasileira. A turma da atleta, Kurufmawida, foi organizada por atletas da Argentina e tem também tem representantes do Chile e do Uruguai.
Conversei com Elisete por e-mail pouco antes de ela iniciar sua viagem. Leia a seguir um resumo da entrevista.

FOLHA – O que você espera de Cruce de Los Andes?
ELISETE PEREIRA -
Cruce? É pura aventura, é corrida para poucos corajosos e ao mesmo tempo para quem gosta de ficar em contato com a natureza, longe da civilização.
Espero fazer o melhor que puder, e poder compartilhar esses momentos com o espírito de coleguismo e também curtir ao máximo o belo visual e deixar uma boa impressão do meu país como atleta e cidadã.

FOLHA – O que há de mais bacana na prova? E de mais desagradável?
ELISETE -
O que tem de mais bacana é a beleza encontrada na cadeia de montanhas, a amizade que existe entre os competidores, o apoio que um dá para o outro. Ninguém é adversário, porque todos sabemos das dificuldades que é correr por lá. Não existe nenhuma etapa fácil, todos enfrentamos na nossa etapa algo diferente, seja na altitude ou no clima.


O ruim é querer ir ao banheiro, por exemplo, e não poder. Também a falta de comunica cação, pois quando estamos lá, estamos desligados do mundo. Somos sós nós e as montanhas. E temos que cuidar da alimentação para não faltar. Não passaremos sede porque há muitos córregos de água desgelada das montanhas.

FOLHA - Qual a importância de haver uma equipe feminina? Vocês encontram
dificuldades diferentes das dos outros corredores? E facilidades?
ELISETE -
A imprensa de lá mais uma vez comentará a presença das “divas”, “perfumes na cordilheira”. Acho que a competição fica mais leve e harmônica. Somos guerreiras e sempre contornamos as situações com amor, carinho, coleguismo.

Mas é bom saber que lá não existe o "sexo frágil".

Não temos nenhuma facilidade, a regra é a mesma da dos homens (não existe uma premiação só para mulheres).

A desvantagem fica lá na parte mais alta, pois os homens têm mais músculos e fazem em menor tempo. Nós temos que cuidar do tempo limite, que é chegar em até três horas depois que a primeira equipe fecha aquela etapa. Se ultrapassarmos esse tempo a nossa equipe pode até continuar, mas será desclassificada.

FOLHA – Como você entrou na equipe?
ELISETE -
Participei na edição de 2006, quando entrei no fórum de corredores da Argentina, e veio a idéia de participar. Mandei um e-mail para uma corredora que eu havia conhecido numa competição de lá, disse que estava interessada em participar, Imediatamente me aceitaram.

A minha etapa neste ano será a décima, na Cordilheira do lado Argentino, e ficarei alojada em Iglesias, a 2.200 m de altitude, minha etapa será praticamente em descida, entre as 2h e 6h do dia 4 de fevereiro.

Vale lembra que a Equipe Kurufmaiwida é composta por 15 atletas, das quais só 12 participam. Temos várias professoras de educação física, cozinheira, uma que trabalha como tradutora na Cepal -órgão regulador da ONU-, eu, uma funcionária pública. A maioria delas não tem computador e usa o do trabalho para se comunicar.

Temos na equipe a primeira mulher a correr numa maratona na Argentina. Trata-se de Stella Maris Del Papa, que também se comunica via e-mail do computador do serviço do marido.

Todas enfrentam as mesmas dificuldades que aqui no Brasil para conseguir apoio financeiro. No ano passado, conseguimos ajuda. Neste ano, cada uma pagará as suas despesas.

As reuniões viram verdadeiras novelas, pois cada uma tem uma profissão, dias e horários disponíveis para tratar de assuntos da equipe. Ainda bem que existe o e-mail. Tudo o que acontece por lá é repassado por e-mail na nossa lista. Estamos todas sabendo de tudo o que está acontecendo o tempo todo, das competições que cada uma participa, das aniversariantes. Apesar da diversidade de nacionalidades, somos muito unidas.

FOLHA - Quando você começou a correr ultras?
ELISETE –
Minha primeira participação em corridas de ruas aconteceu em setembro de 1984, quando morava em Florianópolis. Foi a Corrida da Primavera - 9 km, na Beira Mar , promovida pelas Lojas Pernambucanas. Vi o folder, entrei na loja e me inscrevi sem nunca ter corrido, sem treino... Fui para a corrida sem roupa especial ou calçado. Era um calor insuportável, mas cheguei em quinta na minha faixa-etária.

Dei uma longa parada, de 1987 a 2003, para cuidar da família e cursar faculdade.

Retornei aos treinos em 08/01/2003. Não conseguia correr sequer 100 m, porém, com bastante dedicação em três meses de treinamentos diários, voltei ao condicionamento físico e recomecei as minhas participações em competições. Esse período de retorno foi ótimo porque perdi em torno de seis quilos, comprei roupas mais joviais e já podia encarar um espelho (ela mede 1m57 e pesa 58 quilos).
No sétimo mês de retorno já corri na Maratona de Florianópolis em agosto, depois na da Serra da Graciosa, em outubro, e finalizei o ano com a maratona de Curitiba.

Estreei na modalidade ultramaratona em julho de 2004, no estádio Pinheirão, em Curitiba.

Até a data já havia corrido em duas de 50 km, uma delas em montanhas, e duas maratonas. A prova começava às 10h de sábado e terminava às 10h do domingo:
consegui somar 132 km, me classifiquei em quinto lugar feminino e primeira na faixa etária 40-44 anos.
Nunca vou esquecer dessa ultra!

Escrito por Rodolfo Lucena às 17h56

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | Cara e coragem | PermalinkPermalink #

Obrigado, leitor

Qüingentésimo

O internauta Mario, de São Paulo, foi o autor de comentário de número 500 neste blog. Ao destacar a mensagem dele, aproveito para agradecer a todos vocês que passam por aqui, lêem, divulgam, comentam, criticam, perguntam. Mande sua mensagem ou participe em silêncio, a casa é sua.

O comentário do Mário (daqui a pouco, viro poeta rimador) foi sobre o texto que escrevi criticando a absoluta falta de conservação das calçadas de São Paulo.

Eis o que ele disse: "Tem toda razão. Nossa cidade é pensada apenas para carros. Faço sempre um treino do Ibirapuera ao Morumbi e atravessar a ponte Cidade Jardim não é nada agradável. As calçadas então... Um amigo meu levou um tombão na descida em frente ao Hospital S. Luis Morumbi. Somos meio loucos, né?! É um tipo de corrida de aventura... Vida de paulistano!!!"

 

Escrito por Rodolfo Lucena às 17h18

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Miami

Miami

"Velhinhas" poderosas

Está certo que a maratona é uma corrida para gente experiente. Mas a russa Ramila Burangulova abusou: aos 45 anos, idade provecta para o mundo esportivo, não tomou conhecimento da concorrência feminina e venceu de cabo a rabo a maratona de Miami, realizada ontem.

Para comprovar que o povo daquelas bandas é da pesada mesmo, a segunda colocada foi a ucraniana Rima Dubovik, de 43 anos. A terceira colocada é dez anos mais jovem que a campeã, que fechou em 2h40min25.

"As mulheres russas conseguem correr por mais tempo porque somos muito fortes por dentro", disse a líder, que treina e vive nos Estados Unidos. "Nós somos jovens. Nós somos fortes", completou ela, que também venceu a maratona de Palm Beach no início do mês passado.

No masculino, o vencedor foi o etíope Teshome Gelana, 23, mas quem chamou a atenção do público foi o queniano Charles Kamindo, que correu descalço mais de um terço da prova. Os tênis estavam deslizando muito no asfalto molhado, e o corredor resolveu abandonar os calçados na altura do km 26. Chegou com as meias rasgadas e os dedos murchos, mas sem nenhum machucado.

Escrito por Rodolfo Lucena às 18h50

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | GPS | PermalinkPermalink #

Ver mensagens anteriores

PERFIL

Rodolfo Lucena Rodolfo Lucena, 51, é editor de Informática da Folha, ultramaratonista, autor de "Maratonando, Desafios e Descobertas nos Cinco Continentes" (ed. Record).

BUSCA NO BLOG


ARQUIVO


Ver mensagens anteriores
 

Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página
em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha Online.