Hong Kong

Poluição ameaçadora

Um homem está hospitalizado em situação crítica em Hong Kong, depois de ter corrido a maratona da superpoluída ilha chinesa neste domingo. Outras 34 pessoas tiveram de ser hospitalizadas, mas a maioria já foi liberada.

Isso que os níveis de poluição estavam de médios para alto, segundo o criticado índice local de medição de poluição.

No ano passado, quando o nível de poluição estava alto no dia da prova, uma pessoa morreu e 5.000 atletas foram atendidos nos hospitais locais.

Apesar disso, o presidente do comitê organizador da prova, William Ko, mandou bala contra especialistas que advertiram os corredores sobre o risco de participar da maratona na poluída cidade.

"Isso é negativismo", disse ele. "Nós somos positivos: aconselhamos os corredores a treinar melhor para a prova".

Com risco ou sem risco, 43.956 pessoas se alinharam para dar ao evento (maratona, meia e 10 km) um número recorde de participantes. A umidade relativa do ar, no início da prova, estava em 95%, com os termômetros marcando 25 graus Celsius.

Nem os quenianos conseguem fazer bom tempo nessa situação: Steven Loruo Kamar venceu em 2h17min03, e Rose Kembo Nyangacha dominou o campo feminino com 2h38min19.