Blog do Rodolfo Lucena - + corrida
 

Firenze

Firenze

Faltam 65 minutos

Estou num internet cafe, nao tenho acentos nem caracteres especiais.

Hoje nao estah tao quente quanto ontem, mas o sol ainda eh bem forte, e todos os corredores buscam sombra para se proteger.

A largada eh na piazza della Signoria, onde fica a est'atua de David, do ladinho do Ufizzi, onde Hanibal lecter comecou ma das suas etapas de destruicao e morte.

A piazza esta tomada por turistas, os corredores omos um punhado, num canto. Ha uma barracona onde sao entregues os ultimos chips e pectorales (numero do peito).

Variops caminhoes pegam as roupas dos corredores. As minhas vao ficar no carrimnho da Eleonora, que jah estah toda preocupada com as manobras que terah de faszer para acompanhar o percurso.

A tensao eh grande. Acabei de ver um mapa da altimetria do percurso em tamanho maior, dando uma ideai melhor (ou pior) do grau de dificuldade da dita cuja.

Do km 34 ao km 50 ha uma subida em que se sai de 165 metros acima do nivel do mar e se chega a 915 metros. Deu para perceber o tamanho da encrenca?

Bueno, agora eh tratar de botar uma perna na frente da outra.

Antes, porem, ha que agradecer a todos voces quem vem mandando mensagens e comentarios. Elas alegram o espirito e temperam a vontade, alem de me deixarem ainda mais emocionado do que jah estou.

Tchau!

 

 

Escrito por Rodolfo Lucena às 07h54

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Florença

Florença

Que meda!

Faltam 23 horas e dez minutos para o inicio da prova e esta um calor desgraçado.

Vai ser como correr uma Sao Silvestre no horario das meninas e depois seguir por morros e montanhas mais 85 km.

Agora os termometros marcam 31 graus C.

Vambora, Brasil!

Escrito por Rodolfo Lucena às 09h48

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Carta ao leitor

 
Você é demais

Talvez você não tenha se dado conta, mas você, caro leitor, veloz leitora, é a razão de ser deste blog. Todos os dias, procuro colocar aqui algo que lhe seja útil ou, pelo menos, sirva de alguma diversão.

É muito bom receber sua resposta, ler suas mensagens e comentários, que às vezes até viram posts oficiais.

Por isso, é com uma ponta de saudade que saio hoje em mais uma etapa de minhas microférias. Ficarei fora alguns dias, em repouso ativo, mas vou procurar mandar mensagens sempre que possível.

Vou tentar fazer minha primeira ultramaratona de cem quilômetros. Estou louco de medo, mas também muito entusiasmado, confiante e feliz por ter a coragem de dar esse passo, ainda que eu não tenha idéia de aonde tudo isso irá levar.

Portanto, apesar das microférias, continue visitando o blog. De vez em quando, haverá mensagens novas, além de você poder analisar os comentários de seus pares. E, claro, a leitura de mensagens passadas sempre é uma opção.

Mande e-mails, entupa minha caixa com mensagens, faça seus comentários na janela criada especialmente para lhe dar voz. Todo apoio, toda torcida, todo incentivo, dica ou sugestão é valioso. Aprochegue-se. Não se avexe, não. Este é o seu blog.

Escrito por Rodolfo Lucena às 09h14

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Exercício e nutrição

Radicais ameaçadores

Uma leitora perguntou: "Como é essa história dos radicais livres? Eu faço exercício para ficar mais viva e mais jovem, mas fico me envelhecendo por causa deles?" Não entendi nada e fui pesquisar a respeito. Encontrei na internet um documento produzido pela mestre em nutrição Cláudia Dornelles Schneider. Entrei em contato com ela, que atua na área esportiva há dez anos, acompanhando atletas de corrida, triatlo e praticantes de academia, e pedi uma colaboração especial para este blog. Muito gentilmente, a professora nutrição esportiva do curso de especialização da PUC/RS tirou um tempo de seus trabalhos na tese de doutorado que desenvolve na Escola de Educação Física da UFRGS e produziu o texto a seguir. Com certeza, será muito útil.

 

Os radicais livres de oxigênio são substâncias produzidas normalmente em nosso organismo, a partir do oxigênio que respiramos. Eles possuem papéis importantes de proteção, como por exemplo, o combate a bactérias. Por outro lado podem ser prejudiciais quando ocorre desequilíbrio no sistema pró-oxidante versus antioxidante, chamado de estresse oxidativo.

Quando temos mais oxidantes que antioxidantes, existe a produção de compostos tóxicos ou danosos aos tecidos, e é possível haver dano às membranas de nossas células. A teoria do envelhecimento precoce está associada a isso.

Isso pode ocorrer devido ao fato de termos uma dieta desequilibrada, pobre em nutrientes antioxidantes (vitaminas A, C, E, selênio), ou então quando formamos mais radicais livres do que somos capazes de combater.

Quando corremos, por exemplo, respiramos mais oxigênio do que em repouso, e, portanto, formamos mais radicais livres. Mas não podemos entender que o exercício é prejudicial, pois justamente um dos efeitos do treinamento é aumentar a atividade de algumas enzimas antioxidantes, como por exemplo, a enzima glutationa peroxidase.

Também não é qualquer intensidade ou duração de exercício capaz de provocar o estresse oxidativo. Os estudos têm mostrado que exercícios que levam o atleta à exaustão ou de longa duração (acima de duas horas) é que podem ser capazes de causar esse desequilíbrio.

A partir dessa afirmação, alguns pesquisadores sugerem que devemos aumentar o consumo de frutas e vegetais em nossa alimentação, pois existe uma relação entre o consumo desses alimentos e as concentrações sangüíneas de antioxidantes.

Muitos trabalhos publicados internacionalmente usam a suplementação de vitaminas (muitas vezes em altas doses) através de cápsulas para observar seu efeito sobre o estresse oxidativo decorrente do exercício. Sabe-se que as vitaminas A, C e E agem como antioxidantes, mas é importante ressaltar que essas mesmas vitaminas, quando ingeridas em altas doses, são capazes de exercer o efeito contrário, ou seja, aumentar o estresse oxidativo.

Devemos sempre respeitar uma das leis da nutrição que é evitar o exagero.

Os nutrientes antioxidantes provenientes da dieta alimentar são necessários em pequenas doses. Além disso, é importante lembrar que os antioxidantes agem em conjunto. A vitamina E em geral é a primeira a ser atacada pelos radicais livres. Ela neutraliza o radical livre e, a partir daí, torna-se ela própria um radical livre menos reativo que o anterior. Logo em seguida, a vitamina C age, regenerando a vitamina E, e torna-se também um radical menos reativo que o anterior e assim sucessivamente.

Assim, podemos concluir que de nada adianta tomar uma megadose de vitamina C se não tivermos vitamina E suficiente.

Alimentos fonte destes nutrientes: Vitamina A: frutas e vegetais de cor alaranjada ou verde-escuro, como cenoura, mamão, couve e abóbora. Vitamina C: laranja, kiwi, tomate, brócolis, bergamota/mexerica, acerola, limão. Vitamina E: está associada aos óleos como oliva, canola, girassol, milho e soja, às frutas oleaginosas e também está presente no germe de trigo.

Outro detalhe importante é que as frutas e verduras contêm outras substâncias com capacidade antioxidante muito maior que as próprias vitaminas, entre elas podemos citar os flavonóides.

Para alcançar o benefício dos antioxidantes, as frutas e verduras devem ser consumidas diariamente dentro de uma dieta equilibrada, adequada à planilha de treinamento do atleta.

Muito esforço tem sido feito para determinar qual a dose e a combinação ideais de antioxidantes necessários para evitar o dano provocado pelos radicais livres. Infelizmente, ainda não existe nenhum consenso sobre o assunto, já que algumas pesquisas apontaram efeitos pró-oxidantes desses nutrientes.

O exercício pode aumentar a necessidade de algumas vitaminas e minerais, contudo tal necessidade pode ser alcançada com uma dieta balanceada baseada em uma variedade de alimentos.

A recomendação de institutos ligados ao esporte, como o Colégio Americano de Medicina do Esporte, Instituto Australiano do Esporte e do Comitê Olímpico Internacional, é de que os atletas devem aderir às recomendações de ingesta de frutas e vegetais da população em geral, e que o atleta deve obter assistência de um nutricionista do esporte qualificado para lhe fornecer uma dieta individualizada.

Poucos estudos avaliaram o papel de dietas ricas em nutrientes antioxidantes como forma de proteção, provavelmente devido ao fato de ser mais fácil e prático tomar uma cápsula em lugar de comprar, lavar, carregar e comer frutas ou verduras.

Nesse sentido, desenvolvemos uma pesquisa de doutorado com atletas de triatlo para avaliar o efeito e a diferença entre comer uma dieta rica em vitaminas A, C e E e a suplementação em cápsulas dessas mesmas vitaminas. A pesquisa está sendo realizada na Escola de Educação Física da UFRGS, encontra-se na fase final e em breve os dados serão publicados. (Cláudia Dornelles Schneider)



Escrito por Rodolfo Lucena às 08h15

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GLS

Arco-íris

Saíram afinal as informações oficiais sobre a corrida que vai fazer parte dos eventos relacionados à Parada Gay.

Trata-se da primeira Corrida pela Diversidade, que será realizada no dia 7 de junho, na distância de seis quilômetros. Haverá também uma caminhada de três quilômetros.

Para mais informações, clique AQUI.

 

Escrito por Rodolfo Lucena às 19h52

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Curitiba

Curitiba

Vitória do planejamento

"Cale a boca e vá correr."

Essa foi a resposta de um funcionário da empresa Kronochip a um atleta que reclamou da falta da prometida cronometragem eletrônica na prova de 24 horas realizada no último final de semana em Curitiba.

Mesmo assim, o corredor seguiu firme, lutando por seu objetivo, assim como Júlio Latini, o Bond, que ouviu o lamentável diálogo enquanto enfrentava a chuva e o frio na pista.

Mas o esforço, para ele, não deu muito resultado: sua tentativa de 24 horas sem parar terminou com 12 horas e 24 minutos, depois de muitas dores nas pernas.

Em compensação, assistiu a um belíssimo desempenho de um jovem, mas experiente corredor, que já nos contou neste blog suas aventuras no terreno das ultramaratonas. Falo de Paulo Nogueira Starzynski, que disputou e venceu a prova de 12 horas. Sua namorada, Pamela, enfrentou a de seis horas e ficou em segundo lugar no geral.

Vejam o que o Bond nos conta sobre o desempenho de Paulo Nog Run, como ele se assina em blogs e fóruns de corredores:

"Ele era um relógio na pista. Foi para fazer 100 km em 12 horas com uma estratégia pessoal: correr 75% + /- e caminhar o restante. Sua tática foi perfeita, não teve chuva ou frio ( que por sinal era muito grande ) que o fizesse esmorecer. Seus competidores diretos foram embora, e ele não se abalou: ficou ali correndo contra ele mesmo.

"Quando faltavam cinco minutos para acabar a prova e todos os atletas já estavam em ritmo de festa, as posições já definidas, ele já tinha sua vitória garantida.

"A organização distribuía apitos e balões entre os atletas na pista para que o final fosse em festa. O Paulo, correndo sem perder o ritmo, me entregou seu balão e acelerou um pouco mais. E completou 100.400 metro, primeiro lugar geral, campeão.

"Nas seis horas, a Pamela caminhou onde tinha que caminhar, correu onde havia planejado e se superou."

Enquanto eles festejam e são justamente homenageados por amigos e conhecidos, não deixo de registrar algumas críticas de Bond à organização.

"Faltou local para que os atletas que não possuíam barracas ou tendas pudessem deitar/dormir. A equipe de fisioterapia ( estagiários) estava mais preocupada em cumprir o tempo de estágio que cuidar dos atletas. Falta de parciais seguras de voltas. Falta de cronometragem eletrônica conforme prometido e de ambulância e/ou médico na pista ."

Os pontos positivos, além do carinho do organizador Mozart e de sua família para com os atletas: banheiros químicos limpos, com um funcionário 24 horas cuidando de sua limpeza após o uso; ótima qualidade dos alimentos oferecidos; ótima quantidade e qualidade de líquidos (isotônicos, refrigerantes, água); transporte do local da prova para o centro da cidade; e alojamento gratuito para os atletas.

Escrito por Rodolfo Lucena às 19h27

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Fala, leitor

Por mares e montanhas

No sábado passado, aconteceu a sétima edição da prova Ilhabela Corpore Terra & Mar, que mistura corrida a pé e natação em um revezamento com no mínimo cinco corredores e um nadador. São 104,5 quilômetros a serem percorridos pelas estradas de Ilhabela, e mais 2,5 quilômetros de natação no canal que separa Ilhabela de São Sebastião. Para contar um pouco sobre a festa deste ano, convidei o estatístico Marcos Sanches, um dos líderes da equipe Nossa Turma, da qual faço parte. Leia o que ele nos conta.

"Participamos com duas equipes, a Nossa Turma 1 e a Nossa Turma 2, ambas de corredores de São Paulo que haviam se deslocado até Ilhabela no dia anterior, juntamente com centenas de corredores e nadadores de outras equipes. A ilha ficou tomada por atletas, houve congestionamento e espera nas balsas, ficou difícil encontrar pousada vaga.

"Nossa largada foi no sábado, às 5h, juntamente com várias outras equipes. A largada era dada em grupos de seis a 11 equipes, das 4h35 até as 6h45 da manhã. Os atletas seguiam rumo ao sul da ilha sob o céu ainda escuro e iluminados pelas luzes da cidade e pelos faróis do carro de apoio que seguia logo atrás. Cada equipe precisava ter dois carros, segundo o regulamento: um deles transportava os atletas entre os postos de troca e o outro seguia o atleta que estava correndo, dando proteção e, naquelas primeiras horas, também clareando o caminho.

"Eu fui o atleta número 1 e era sensacional correr naquele horário. Ainda na vila, viam-se ao longe as luzes dos postes e o contorno dos morros no céu nublado, com os picos escondidos pelas nuvens baixas. Fora da cidade, o ambiente era ainda mais agradável. Fazia um friozinho gostoso, e o percurso, tomado por montanhas de um lado e mar do outro, cheio de curvas e morros, tinha um gosto todo especial para nós, vindos da fumaça paulistana.

"O dia foi ficando claro e ficavam evidentes a agitação e a ansiedade dos atletas nos postos de troca, esperando seus pares e a sua vez de encarar o desafio. Fomos até o sul da ilha acompanhados por uma chuva intermitente e fina que ora fazia lisos e perigosos os trechos de terra, ora tornava refrescante e prazerosa a corrida no asfalto. Em cada posto de troca, o atleta chegava exausto, passava o chip pelo detector que ficava na vertical e o entregava ao atleta seguinte num funil especial.

"O percurso continuava até Borrifos, no sul, e de lá voltava para o centro, indo dali para a subida do Castelhanos, temido trecho mais difícil da prova. O atleta recebia o bastão na base do morro e começava a subida de mais de seis quilômetros ainda no asfalto. Logo a trilha de terra, cheia de buracos e pedras se tornava uma constante, bem como a subida. O tempo ainda fechado dava uma sensação especial a quem percorria esse trecho por tomar o seu ponto mais alto por neblina. Tendo subido e descido o Castelhanos, o atleta exausto sempre estava também maravilhado de felicidade.

"Às 9h, os nadadores partiram para sua primeira perna da natação, de 2.000 metros, todos juntos em uma massa de aproximadamente 160 atletas. Os tempos dos nadadores seriam somados posteriormente ao tempo da corrida. É uma competição isolada, onde o nadador faz a prova longe de sua equipe, enfrentando de uma vez só todas as equipes concorrente. Nossos nadadores saíram-se muito bem.

"Voltando de Castelhanos, a equipe corre rumo ao norte, em direção ao Jabaquara. O trecho mais ao norte, sem acesso para os carros das equipes, é feito de forma solitária pelo corredor, que vai e volta em um percurso de terra com bastante lama acumulada por causa da chuva.

"Na parte final do revezamento, depois de voltar do norte, os corredores passam o bastão (que na verdade não existe, é apenas um chip) para o nadador, que faz mais uma perna de 500 metros. Terminada a natação, toda a equipe se junta ao nadador e, juntos, fazem o trecho final, de 2.800 metros. É um dos momentos mais emocionantes da prova: os atletas passam todos juntos geralmente de mãos dadas ou abraçados, pelo pórtico de chegada, escoltado por uma moto, depois de mais de nove horas de prova.

"Eram equipes e mais equipes chegando com seus atletas unidos, felizes pelo enorme desafio de morros e trilhas vencido. Pegavam suas medalhas e eram incontáveis as fotos de chegada, com a turma exausta e mais alegre do que nunca. Depois de um merecido banho na pousada, os restaurantes de Ilhabela se encheram de corredores repondo suas energias com enormes pratos de massas regados por intermináveis histórias da prova que tinha acabado de acontecer..."

Escrito por Rodolfo Lucena às 15h08

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Letônia

Letônia

Sinais trocados

Apesar da indicação do trânsito no asfalto, o maratonista segue em frente na maratona de Nordea Riga.

Escrito por Rodolfo Lucena às 15h04

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Texas

Texas

Cores quentes

Pouco depois do nascer do sol, corredores participam da prova de revezamento Beach to Bay, que vai de Padre Island a Corpus Christi, no Texas (foto AP).

Escrito por Rodolfo Lucena às 09h21

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China

China

Montanhas de degraus

Corredores participam da oitava edição da Maratona da Grande Muralha da China, em Huang Ya Guan,Kuahuolin, nordeste de Pequim (foto AP). Eles enfrentam cerca de 3.800 degraus na muralha, além de montanhas e sol forte. Neste ano, um grande grupo de brasileiros participou do evento. Ao que eu saiba, todos completaram.

Escrito por Rodolfo Lucena às 09h18

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Alemanha

Alemanha

Passadas abstratas

Com um superzoom, Jens Meyer, da AP, faz poesia ao registrar a ação dos participantes na 35ª edição da maratona GutsMuths Rennsteiglauf, em Neuhaus/Rennweg, Alemanha. Cerca de 14 mil corredores participaram do evento no último sábado.

Escrito por Rodolfo Lucena às 09h16

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Santos

Santos

Pretinha manda na Tribuna

Ednalva Laureano, a Pretinha, não tomou conhecimento da concorrência nos 10 Km Tribuna FM, prova realizada hoje em Santos com a participação de 12,5 mil atletas.

A atleta paraibana, que agora lidera o ranking nacional de corridas de rua da Confederação Brasileira de Atletismo, fechou em 33min12, deixando em segundo a queniana Genoveva Jelagat Kigen, 33min41, e em terceiro a maratonista (qualificada para o Pan) Sirlene Souza de Pinho (33m54).

No masculino, Marilson quase chegou lá: ficou 14 segundos atrás do queniano Lawrence Kipcrotich, que levou um carro 0 km com 28min06 (Ednalva também ganhou um carro).

Segundo os organizadores, estiveram presentes atletas de 130 cidades.

Escrito por Rodolfo Lucena às 12h44

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PERFIL

Rodolfo Lucena Rodolfo Lucena, 51, é editor de Informática da Folha, ultramaratonista, autor de "Maratonando, Desafios e Descobertas nos Cinco Continentes" (ed. Record).

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