A que horas você corre?
Quando e por quê?
Já várias vezes me perguntaram qual é a melhor hora para correr, do ponto de vista fisiológico.
Já li alguns textos a respeito, mas, cá para mim, a melhor hora é aquela que é posssível, ainda mais em nossas vidas cada vez mais cheias de trabalho e de espera no trânsito.
Eu prefiro correr pela manhã. A cada final de dia, dou uma pensada nos compromissos do dia seguinte, no treino que pretendo fazer e daí decido a que horas acordar para que tudo funcione.
Muita gente, por motivos profissionais ou por gosto mesmo, prefere correr à noite.
Tem quemaproveite o intervalo do almoço, apesar do calorão.
E você, quando corre? E por quê? E que tipo de ginástica tem de fazer com o seu dia para conseguir encaixar o treino?
Conte sua história no comentário ou, se preferir, mande e-mail. Aos poucos eu irei selecionando algumas para eventual publicação, ok.
Abs e boa Páscoa!
Escrito por Rodolfo Lucena às 20h08
Vitoriosas, gêmeas idênticas fazem tempos iguais
Que gracinha
De roupinhas iguais e de mãos dadas, as gêmeas idênticas Maria e Catharina Schilder foram as primeiras mulheres a cruzar a linha de chegada na 2008 Antarctica Marathon, realizada no início deste mês na ilha King George, ao largo da península Antártica.
As garotas holandesas completaram o percurso em 4h21min22. As gêmeas, que têm 37 anos, correram juntas a prova toda. No km 27, passaram a norte-americana Denise Sauriol, que liderava a corrida, e se mantiveram firmes e fortes até o final.
O evento, que incluiu uma meia-maratona, teve a participação de 173 corredores de 17 países.
"Foi uma experiência inesquecível, mas não pretendo repetir isso tão cedo", disse Catharina. "Foi um sonho transformado em realidade", completou a outra gêmea.
Escrito por Rodolfo Lucena às 13h18
Bagunça em meia-maratona na Inglaterra
Lá como cá
Para quem gosta de reclamar das nossas provas, dizendo de boca cheia que "isso é coisa de brasileiro", conto agora uma educativa história ocorrida em Bath, cidade localizada a cerca de 160 km a oeste de Londres.
Trata-se de um prova sem fins lucrativos, que arrecada fundos para obras de caridade.
No domingo passado, segundo registra a BBC, cerca de 20 mil corredores apareceram para participar do evento, mas a largada atrasou por mais de uma hora, deixando o povaréu mal acomodado e irritado.
A culpa foi das péssimas condições de tempo, dizem os organizadores. Segundo um dos responsáveis, Andrew Taylor, todos os ônibus disponíveis foram colocados à disposição, mas o tempo impediu que a circulação fosse como o planejado.
No final, faltou medalha para alguns corredores. Taylor daí botou a culpa nos corredores, dizendo que alguns pegaram mais de uma...
Com o que surge a pergunta que não quer calar: os organizadores não deveriam estar organizados para evitar isso?
Menos mal que, no site do evento, há um pedido de desculpas formal logo na abertura da página. O que, se não compensa os danos, pelo menos mantém tudo dentro de um adequado nível de civilidade, que é sempre bem-vindo.
Ah, antes de terminar e só para deixar claro: o fato de que existam no exterior provas bagunçadas (e não são poucas, pode acreditar...) não livra a cara de nenhum organizador aqui no Brasil.
Eles têm de cumprir o prometido, devem ser cobrados por isso e deveriam ser punidos quando não entregam o que prometem. Não pode faltar água em prova, não pode faltar medalha, e os corredores precisam ser mantidos em segurança.
Outra coisa: os organizadores de provas no Brasil deveriam pensar mais na saúde e até na performance dos corredores, marcando para mais cedo o início das provas.
O que nem sempre refresca: outro dia, saí para treinar às 5 da manhã com 23 graus...
Escrito por Rodolfo Lucena às 13h05
Maratona da Esperança é realizada em Cuba
Solidariedade
Vestindo roupas tradicionais chinesas, um corredor participa na Maratona da Esperança, que foi realizada no sábado em Havana, Cuba. Ao fundo, atletas com necessidades especiais que também disputaram a prova (foto AP).
A prova é realizada anualmente para arrecadar fundos para a pesquisa de combate ao câncer e homenageia o garoto canadense Terry Fox.
Com câncer e a perna direita parcialmente amputada, Fox fex uma longa corrida pelo Canadá, rodando 5.373 quiklômetros para arrecadar fundos para o combate à doença. Ele morreu aos 22 anos, em 2001, e sua história inspira atletas no mundo todo. Sua luta já foi tema de filme, comentando neste blog (leia AQUI).
Escrito por Rodolfo Lucena às 09h12
Foto do dia
Céu de chumbo
Não, não são as ameaçadoras nuvens paulistanas, que enfim se transformaram em chuva.
A assustadora cena foi captada por L. Todd Spencer (foto AP/The Virginian-Pilot) na parte final da meia-maratona Shamrock, realizada domingo em Virginia Beach, nos EUA.
Escrito por Rodolfo Lucena às 09h08
