Blog do Rodolfo Lucena - + corrida
 

Cai recorde que já durava dez anos

Incansável

Dire Tune, da Etiópia, ganhou a maratona de Boston em abril passado. E hoje bateu o recorde mundial da hora, derrubando marca estabelecida pela lendária Tegla Loroupe, do Quênia, em 1998.

Tune correu 18.517 metros na pista de Ostrava, da República Checa (foto AP). A queniana tinha registrado 18.340 metros em Borgholzhausen, Alemanha.

Escrito por Rodolfo Lucena às 19h15

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Barreirista cubano bate recorde dos 110 m

Volta por cima

O cubano Dayron Robles suplanta barreira na sua trajetória para quebrar o recorde mundial da modalidade, estabelecendo a marca de 12s87 hoje em Ostrava, República Checa (à esquerda,na foto AP, o checo Stanislav Sajdok, que terminou enm sétimo)

Robles, de 21 anos, foi medalha de prata nos 60 m com barreiras no Mundial indoor de 2006 e se deu mal no Mundial deste ano, nos 110 m, pois parou pensando que um competidor tivesse dado uma saída em falso.

Agora, deu a volta por cima. E que volta.

Escrito por Rodolfo Lucena às 19h05

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O nascimento de um gigante

Que fofa!!

A baleiazona passeia com sua baleiazinha recém-nascida no aquário de Vancouver. A mamãe se chama Qila e é uma baleia da espécie beluga.

O bebê nasceu na última terça-feira e todo o processo foi fotografado (abaixo).

 

Rapidamente, a baleiazinha toma contato com o novo mundo (fotos AP).

Escrito por Rodolfo Lucena às 18h47

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Pedal pelado chega a São Paulo

Nu eletivo

Há alguns dias, coloquei aqui um pequeno texto e uma foto mostrando um momento do World Naked Bike Ride, movimento internacional em que manifestantes pedalam pelados em defesa de um mundo mais limpo.

Pois o evento terá sua versão paulista na próximo sábado, numa festa que tem nome em inglês que significa "O quão nu você ousar" --ou seja, se você preferir ir de roupa ou de calção, também pode. O nu é eletivo.

No e-mail que a grande fotógrafa e emérita ciclista e aventureira Renata Falzoni mandou, o texto afirma: "Por que pedalar nu? Porque é como os ciclistas se sentem disputando espaço com os veículos motorizados. Enquanto os motoristas estão protegidos de todos os lados, nós só contamos com a esperança de sermos vistos e respeitados."

Bom, o passeio está marcado para sábado, a partir das 14h, com concentração a partir do meio-dia, na praça do Ciclista (av. Paulista, 2.440).

Para saber mais, clique AQUI.

Escrito por Rodolfo Lucena às 15h17

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E nós aqui sentados em frente ao computador...

Ai que vontade que dá

 

Que bela foto, hein?!

Um sujeito aproveitou uma folguinha na friaca que está fazendo na Cidade do Cabo e botou seu caiaque na rua, quer dizer, na água.

O solzinho deu uma ajuda, e o fotógrafo da Reuters não perdeu a oportunidade de nos deixar a todos com vontade de ir passear por este mundão velho sem porteira.

Escrito por Rodolfo Lucena às 18h28

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Ainda a Fila Night Run

Fala a organização

Recebi e-mail de Tomás Junqueira Sallowicz Dreyfuss, sócio-diretor da Iguana Sports, que organizou a Fila Night Run.

Ele comenta algumas das observações que fiz neste blog a respeito da prova, que foi realizada na noite do último sábado na Cidade Universitária, em São Paulo.

Diz o e-mail:

"Em relação à necessidade de usar o comprovante de inscrição para retirada de kit, trabalharei em duas alterações. A primeira, com o nosso pessoal de TI para verificar por que nossos e-mails estão parando nos anti-spams da vida e fazer as devidas correções. A segunda, mudar o procedimento e permitir que o atleta retire o seu kit apenas com o documento em mãos, inclusive de um colega, caso tenha o documento dele."

Tomás também fala sobre a questão do chip: "A retirada de chip para nós é um problema que ainda não conseguimos contornar. Em duas de nossas provas, testamos a entrega de chip com a entrega de kit. O problema é que 10% dos atletas inscritos retiram seu kit nas lojas e não correm a prova e, conseqüentemente, não devolvem o chip à organização. É verdade que eu consigo recuperar uma parte dos danados ligando para os corredores; para o restante, a empresa que efetua a cronometragem nos cobra R$ 100,00 por chip extraviado, o que não consigo repassar aos custos do evento."

Sobre o problema do trânsito, ele diz: "Para a próxima etapa, vamos reformular a parte de acesso e saída dos atletas ao evento. Eu, pessoalmente, fiquei muito aborrecido em ter organizado um evento como muitos por aqui, um baita evento sem estrutura no entorno".

Pelo menos, como se vê, o organizador se mostrou uma pessoa aberta ao diálogo. O que permite crer em melhoras para eventos futuros.

Escrito por Rodolfo Lucena às 16h28

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Mutola é hexadecacampeã em evento nos EUA

Exagerada

 

Ao cruzar a linha de chegada na prova dos 800 m no Prefontaine Classic feito registrado na foto acima (Reuters), Maria Mutola sagrou-se campeã daquele evento pela 16ª vez consecutiva.

Com a vitória, a atleta de Moçambique, que já participou cinco vezes de Jogos Olímpicos, disse que deu para a bola: despediu-se da festa de Eugene, Oregon, um dos grandes centros mundiais de atletismo e onde a própria Mutola também treinou em outras épocas.

A supercampeã, que foi a primeira atleta a ganhar o prêmio de US$ 1 milhão da Liga de Ouro, lá em 2003, fechou a prova de hoje em 1min59.24.

Só para comparar, a vitória com que conquistou a já citada montoeira de grana foi obtida com a marca de 1min57.78. E seu recorde pessoal é de 1min55.19 (em 1994)

Mutola, de 35 anos, está acostumada a longas seqüências de vitórias. A página de sua biografia no site da IAAF (a Fifa do atletismo) lista 11 primeiros lugares seguidos de setembro de 1999 a março de 2004.

Escrito por Rodolfo Lucena às 21h14

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Corrida noturna na USP

Balada engarrafada

Foram 15 minutos para superar cerca de 500 metros, e olha que eu não estava com dor nas costas nem com as pernas amarradas, e sim confortavelmente sentado em um carro capaz de passar com facilidade da marca de 140 km/h.

Mas o veículo se arrastava no engarrafamento na avenida Politécnica, ontem à noite, para entrar na Cidade Universitária, onde se realizaria a Fila Night Run, que, àquela altura, eu já apelidara de fila imensa night run...

De qualquer forma, conseguimos estacionar o carro a tempo de, caminhando velozmente, chegar à barraca da entrega dos chips às 19h20 (dentro do prazo estabelecido no regulamento, mas fora do prazo informado em outra página, já citada aqui, do mesmo site oficial).

Tudo bem. Sem grandes confusões, deu para apreciar aqueles momentos pré-prova, que estavam bastante bonitos. Muito som que não consegui reconhecer, mas pelo menos era um agito. Canhões de laser iluminavam os céus, e gente de todo tipo circulava por ali.

A prova começou na hora, numa largada apertadíssima, juntando as turmas dos 5 k e dos 10 k. Não me incomodei, porque aquilo tornava tudo mais animado. Levei seis minutos para passar pelo pórtico de largada, mas em seguida já dava para trotar.

A corrida, pelo que pude observar, transcorreu sem maiores problemas. Na altura do primeiro quilômetro, as turmas se dividiam, com o pessoal dos 10 k seguindo percurso próprio.

O clima estava ótimo, e a noite muito bonita. O contraste de luz e sombra e os diversos tons de luz davam ares cinematográficos às alamedas da Cidade Universitária, que pela primeira vez eu percorria à noite.

Não faltou água, fresca ou gelada, mesmo para os mais retardatários.

A medalha é bonita, mas não tem local, data nem distância. Obviamente, como são varias etapas com o mesmo nome, os organizadores fazem aquela economiazinha. Parece sovinice, pois a corrida estava cheia de patrocínios, e a inscrição, a R$ 70, faz dela uma das mais caras provas de 10 k (ou de 5 k) do país. Falando em país, poderiam usar o idoma oficial desta terra para dar nome à corrida...

Escrito por Rodolfo Lucena às 12h59

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PERFIL

Rodolfo Lucena Rodolfo Lucena, 51, é editor de Informática da Folha, ultramaratonista, autor de "Maratonando, Desafios e Descobertas nos Cinco Continentes" (ed. Record).

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