Rodolfo Lucena

+ corrida

 

Dores e medos

Dica de artista

Dica de artista

Receita anti-estresse
 
A atriz Drew Barrymore, a inesquecível garotinha de "ET" dona do maior grito da história do cinema, tem uma infalível receita contra os males do estresse.
 
Depois de vencer problemas com drogas e alcoolismo e voltar à trilha do sucesso, agora supercaretona, Drew revelou à revista "Parade" o seu segredo:
 
"Vou dirigindo pela Irlanda, paro o meu carro e corro pelo campo enquanto arranco a roupa e corro nua pelos campos de trigo. Não é para que ninguém veja. É só para desfrutar da sensação de liberdade."
 
A atriz (na foto em cena do filme "Como se Fosse a Primeira Vez") estará ao lado de Hugh Grant na comédia romântica Music and Lyrics, que chega aos cinemas dos Estados Unidos em fevereiro.
 

Escrito por Rodolfo Lucena às 09h58

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Especial

Especial

Primeiros passos (replay)

O doutor João Gilberto Carazzato, um dos mais reconhecidos especialistas em medicina esportiva no país, foi um o primeiro colaborador da área médica neste blog. Logo no início de nossas atividades, publicamos texto dele em que dá orientações para quem pretende começar a fazer uma atividade física. Agora, manda uma seqüência daquele texto. Como o primeiro artigo foi publicado há quase dois meses, faço agora uma repostagem dele, com o objetivo de avivar a memória de todos. Em seguida, acompanhe a nova colaboração.

Vamos às dicas.

"De todos os métodos utilizados para preservar a saúde e para prevenir e, mesmo, curar as doenças, não há nada melhor que o exercício físico. O exercício é mais eficaz que os medicamentos e deve ser praticado durante toda a vida para preservar e restaurar a saúde", já dizia Nicholas Andry em seu livro "Orthopedia" , publicado no século 18.

Como também refere Carazzato na introdução do seu livro de Medicina Esportiva: "O ser humano, durante toda a sua existência, preenche as 24 horas de cada dia das mais variadas formas possíveis. Há os que acordam cedo, trabalham muito e têm pouco tempo para alimentação, repouso e lazer. Há os que, na prática, ´nada fazem`.

"É evidente que a programação do dia de cada pessoa tem por base seu grupo etário. Assim, o recém nascido permanece praticamente imóvel durante 24 horas, sendo apenas ´acordado` para higiene e alimentação. Muitos idosos, em seus últimos momentos de vida, encontram-se também em condições semelhantes. Em todos os demais grupos etários, as programações apresentam características absolutamente particularizadas e individuais.

"Sabemos também que, além da alimentação, do repouso, do trabalho, do estudo e do lazer, a prática de atividade física é também considerada essencial para o ser humano e, portanto, deve ser realizada em toda a sua existência. Assim, independente de seu grupo etário, você deve fazer atividade física."

Vamos supor que você resolva iniciar um programa de atividade física. Como fazê-lo?

Dependendo do seu grupo etário, você deve inicialmente avaliar suas condições de saúde. Uma avaliação médica com alguns poucos exames laboratoriais pode considerá-lo apto ou detectar pequenos distúrbios que devam ser sanados inicialmente.

Para um início de atividade física, não são necessários grandes e complexos esquemas de avaliação cardiocirculatória tais como teste ergométrico e detecção dos limites aeróbios e anaeróbios, tão importantes nos esportes competitivos e nos programas de atividade física de alta intensidade e que são determinados por médicos especialistas em medicina esportiva.

Assim, um início simples pode ser conseguido com a mais rudimentar das atividades físicas, ou seja, o andar.

Para haver benefícios cardiocirculatórios, o andar deve observar três princípios básicos: freqüência, intensidade e continuidade.

A freqüência deve ser de um mínimo de três vezes por semana, se possível cinco vezes, e nunca sete vezes.

A intensidade ideal seria de 120 passos por minuto.

A continuidade deve ser conseguida em todo o ano.

Como conseguir isto?

Podemos fazer um protocolo inicial muito simples, a saber: ande em linha reta por cinco minutos com passos amplos com a mesma velocidade que você utiliza no dia a dia. Conte o número de passos. Vamos chamá-lo de X.

Sabendo que o ideal seria 120 passos por minuto o total seria 600 passos em cinco minutos, faça a diminuição 600 – X = Y. Ou seja, Y é o número de passos que faltam para atingir os 600 passos em cinco minutos.

Divida este número Y por dez ( ou mais ) dias e teremos Z que é o número de passos que você deve alcançar a cada dia que andar, até atingir o número ideal de 120 por minuto em cinco minutos.

Conserve sempre o tempo de cinco minutos.

Conseguido o andar com 120 passos por minuto, passe a aumentar o tempo em um minuto a cada dia que andar até atingir o tempo que queira disponibilizar para sua atividade.

Caso você não consiga atingir o número de 120 passos por minuto, não desanime. Estabeleça o seu limite, que pode ser, por exemplo, 80, 90 ou cem passos por minuto, que será aquele que você deve utilizar.

Bem, esse é o início.

Posteriormente poderemos correr, nadar, andar de bicicleta, fazer musculação, ginástica especializada ou até as mais diversas modalidades esportivas. Mas isso veremos em informações posteriores.

Comece de forma simples, que não exija demais de suas condições, para que possa ir progredindo lenta e gradativamente, sem desgastá-lo, sem estresse e, assim, sem oportunidades para frustrações em não conseguir chegar a limites que sejam ambiciosos demais.

 

Escrito por Rodolfo Lucena às 10h18

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Especial

Especial

Entenda os movimentos

Texto do doutor João Gilberto Carazzato, um dos mais reconhecidos especialistas em medicina esportiva no país, especial para este blog. Ex-técnico e atleta de vôlei, Carazzato participou de várias seleções brasileiras. Como médico, esteve na delegação brasileira em três Olimpíadas e quatro Pans. Professor-doutor do departamento de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP, ele chefia o Grupo de Medicina Esportiva do Hospital das Clínicas.

Mas chega de conversa. Vamos ao texto.

Vocês observaram as regras básicas para o início de seus programas de atividade física e devem perguntar: "E depois, o que fazemos?"

Antes de seguir, veja algumas particularidades que não mencionamos inicialmente para não dificultar os seus estímulos em iniciar a prática de atividade física.

Sabemos basicamente que existem três tipos de relações do aparelho locomotor a saber: a) Longilíneo: com a predominância do tamanho dos membros em relação ao tronco; b) Brevilíneo: com a predominância do tamanho do tronco em relação aos membros; e c) Normolíneo: com o equilíbrio entre os dois segmentos.

Sabemos também das diferenças entre as estaturas dos indivíduos. Os altos, acima de 1m80; os baixos, abaixo de 1m70, e os que se situam entre as duas faixas.

É evidente que um passo total do longilíneo é maior que do normolíneo e mais ainda em relação ao brevilíneo. É evidente também que quanto mais alta é a pessoa maior é o seu passo.

Assim, um passo total aberto de um longilíneo alto pode ultrapassar 1m20, enquanto o de um brevilíneo baixo dificilmente chega a 0,80 m.

Isto vai influir no esquema que relatei a vocês em relação ao número de passos por minuto. Em conseqüência, o desgaste e o esforço necessário para dar 120 passos totais por minuto é muito maior nos brevilíneos baixos que nos outros tipos.

Se for o seu caso, não desanime. Estipule um número menor e use-o como padrão.

Sabemos também que os 120 passos totais de um longilíneo alto pode alcançar mais de 144 m, e os de um brevilíneo baixo não chegam a 100 m.

Mas, apesar da grande diferença dos espaços percorridos em um minuto, os esforços serão semelhantes. As diferenças podem ocorrer com o aumento da velocidade, que acarretará esforços maiores.

Além disso, existe outro fator que deve ser considerado. A relação peso X altura. Os indivíduos com obesidade terão muito mais dificuldade e esforço que os indivíduos magros para cumprir os mesmos programas.

Assim, se você for andar acompanhado, o ideal seria estar com alguém com suas mesmas características. Os opostos andando junto ou exigem esforços maiores dos brevilíneos baixos e obesos ou insuficientes aos longilíneos altos e magros.

Decida-se. O importante é que você ande.

Outras diferenciações podem ser notadas no contato dos pés com o solo.

O apoio total, com a observância das três fases (do apoio do calcâneo, do apoio total do pé e do desprendimento do hallux), promove reações bastante favoráveis para o bom funcionamento dos "corações dos pés" ( a rede artéria-venosa que ocorre em cada pé ), responsáveis pela impulsão do sangue periférico de volta ao coração e da diminuição de edemas dos membros inferiores.

Esse tipo de andar proporciona ótima circulação para seus membros inferiores (experimente tirar seus sapatos no início de uma longa viagem de avião na qual você deve manter-se sentado em sua poltrona. Ao final da viagem, você não conseguirá calçar seus sapatos pois seus pés estarão muito inchados).

Já o andar ou corrida apoiando apenas as pontas dos pés não beneficiariam tanto a circulação dos pés, mas, em compensação, aumentariam muito a velocidade e o desgaste em relação a grande diminuição do atrito com o solo.

A vantagem da corrida é acarretar um maior trabalho cardiocirculatório em menos tempo.

Os passos com carga total são mais efetivos para a circulação dos membros inferiores, mas proporcionam menos benefício cardiocirculatório na unidade tempo.

Enfim: andar rápido, trotar, ou correr rápido depende mais do psiquismo do indivíduo e de suas necessidades do que suas características de aparelho locomotor.

Se você quiser ganhar grande capacidade cardiocirculatória para a prática de esportes competitivos, a corrida é obrigatória

Se você quer emagrecer, apenas ande e sempre acima de 40 minutos, quando então você começa a perder gordura ( até 40 minutos praticamente você queima apenas açúcar).

Se o seu benefício é psíquico, escolha o que achar melhor.

E agora vamos em frente.

Escrito por Rodolfo Lucena às 10h14

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Dias de calor

Dias de calor

Treine, mas proteja-se

 Correr, no Brasil, exige mais do que simplesmente abrir a porta e sair mandando bala. O calor de nosso verão (e, não poucas vezes, de nosso inverno) cobra de cada um de nós precauções e cuidados. Para falar sobre o assunto, convidei o sábio baiano Gilmário Mendes Madureira, que já colaborou com este blog. Ele é diretor técnico do Multsport Clube de Corredores e treinador da atleta de elite Marily dos Santos. Leiam o que Gilmário nos ensina.

Tempo quente, dias confusos de muito compromisso, e você, para relaxar, escolhe dar uma corridinha para esfriar a cabeça.

Sim, mas como esfriar a cabeça com a previsão do tempo indicando mais de 30 graus e alta umidade? E parece que a coisa vai esquentar mais ainda. Será que tem solução ???

Solução até que tem, mas isso vai demorar mais que algumas horas de simples adaptação.

O melhor é você começar "fugindo" do calor, correndo em horários mais frescos do dia. Aquela velha recomendação dos dermatologistas de não se expor ao sol depois das 10h e antes das 15h vale muito para corredores, não só e também pela proteção da pele. Correr nesses horários em algumas cidades do Brasil é pedir pra não ter prazer na corrida.

A pré-hidratação seria o cuidado inicial de quem quer se adaptar ao sol, mas não adianta tomar um tonel de hidratante porque vai correr ao meio-dia. Essa relação não é diretamente proporcional. Há um limite determinado pelo bom senso e pelas consultas aos profissionais de saúde.

Se adaptação é a palavra-chave, o ritmo de treino obedecerá ao clima, pois já é sabido que a performance é altamente influenciada pelo calor.

Quer correr mais forte? Então procure os lugares com mais sombra e ventilação. Fique de olho também na previsão do tempo para o dia de treino mais puxado. Combine com seu treinador uma certa flexibilidade na intensidade se o ambiente estiver abafado ou quente.

Se quer competir procure eventos que, além de respeitarem a relação saudável de horário, dêem atenção à logística de hidratação e ao atendimento médico. Se a prova é às 8h da manhã, e você treina às 5 da matina, tente avançar 30 minutos a cada dia de proximidade do evento até que se acostume. Observe, nesse processo, uma relação inversamente proporcional ao horário e à proximidade da corrida, ou seja, quanto mais próximo à corrida, mais leve será o seu treino, por estar mais exposto ao calor.

No Brasil, temos diferentes combinações de calor: quente-seco, quente-úmido, quente com vento contra, quente sem ventilação... Se você mora em uma cidade à beira-mar, as roupas de treino são fundamentais para uma boa evaporação. Se você mora em locais de altitude, saiba que a exposição aos raios ultravioleta é maior.

A mensagem que fica é de bom senso na procura dos horários, no uso das roupas, na ingestão de líquidos, na percepção de desgaste, pois o sol no nosso país tem uma imagem diretamente ligada ao bem-estar. Excesso de sol nunca vai significar saúde a mais. Corra com as pernas, mas use a cabeça.

Bons treinos.

Escrito por Rodolfo Lucena às 15h19

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Maravilha curativa

Maravilha curativa

O valor da maratona
 
Eu adoro correr e adoro maratonas, sei que elas transformam a gente. Mas sempre fico impressionado ao ver como a corrida pode ser um tão importante e significativo símbolo de vitória pessoal que leva gente que superou desafios extremamente gradiosos a tentar ir até o fim de uma maratona.
 
Vejam o caso sensacional de uma menina norte-americana, que pretende paraticipar da maratona de Miami, no próximo domingo. Até seis meses atrás, a simples idéia de isso acontecer parecia impossível: Christina Reyes, 17, corredora de cross-country e cavaleira premiada, sofria de tumor cerebral.
 
A família descobriu porque a garota não se desenvolvia como as outras de sua idade; nem sequer tinha tido a primeira menstruação. Quando identificaram a causa, os médicos disseram que o tumor não poderia ser operado; ao final das contas, a cirurgia foi realizada, com sucesso, em julho passado.
 
Depois de uns meses de recuperação, a menina passou a treinar quatro dias por semana. E, no próximo domingo, vai correr a meia-maratona, acompanhada por seu pai e sua irmã, que vinham treinando com ela.
 
Christina acredita que será uma inspiração para outros que sofreram como ela ou enfrentam a dureza da doença. A menina e sua família também arrecadam fundos para entidades de apoio a doentes de tumor cerebral.

Escrito por Rodolfo Lucena às 15h26

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Dica

Dica

Assadura

Um leitor mandou e-mail perguntando o que eu faço para evitar assaduras nas coxas em treinos ou provas longas.

Vejam o que ele diz: "Estou me preparando para correr uma maratona em 2008 e tenho tido um problema com assadura entre as pernas (coxas). Comprei uma bermuda térmica, e estava indo tudo bem até fazer um longo de 21 km, quando a costura da bermuda provocou escoriações nas pernas. Estou pensando em usar a bermuda ao avesso. O que você faz para evitar esse problema?".

Nunca usei essas bermudas, mas não lembro de reclamações de pessoas que as usam. De qualquer forma, em treinos longos e em maratonas, costumo passar vaselina líquida nas pernas e braços para tentar fugir de assaduras.

Atualmente, tenho usado, em lugar da vaselina, um creme recomendado para o tratamento de assaduras. Ou seja, uso o remédio como precaução. Como é um remédio, não vou falar o nome; talvez o que valha para um não valha para outro, enfim. Mas a vaselina funciona bem, de qualquer forma.

Outra área que deve ser protegida são os mamilos. Além de vestir uma camiseta adequada, que não pese muito nem seja abrasiva, é bom usar algum protetor. Eu aplico apenas uma pomada comum, mas há quem coloque esparadrapo ou algum tipo de band-aid mais modernoso.

Quem usa bermuda térmica poderia colaborar com comentários. As opiniões de quem não usa também são bem-vindas.

Escrito por Rodolfo Lucena às 18h44

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Coração

Coração

Morto ao chegar

Larry Altneu, 45, fez o melhor tempo de sua vida na maratona de Orange County, na Califórnia. Chegou em 4h00min31 na prova realizada domingo passado, reduzindo seu tempo em 20 minutos.

A alegria e a festa logo se transformaram em dor. Ele passou mal, foi levado ao UC Irvine Medical Center, mas o coração não resistiu.

Não foi revelada a causa oficial da morte, mas médicos disseram à família do corredor, que deixa mulher e dois filhos, que ele sofreu parada cardíaca imediatamente após a chegada. Segundo testemunhas, o corredor completou a prova e desabou, caindo de cara no chão.

Essa foi a quarta maratona desse engenheiro de computação, que participava de provas dessa distância havia quatro anos, treinando em academia quatro dias na semana e ainda fazendo longões nos finais de semana.

Escrito por Rodolfo Lucena às 12h02

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Diário de bordo

Diário de bordo

Na ponta do lápis

Os corredores somos todos maníacos obsessivos. Calculamos cada centímetro percorrido, analisamos as rotas, tentamos medir a inclinação do terreno e, nas horas vagas, colocamos outras variáveis em nossas análises, como temperatura, umidade relativa do ar e a influência da cor de nossa camiseta.

Se você ainda não fez nada disso, tudo bem, talvez você seja mais normal. Ou se prepare, pois ainda vai fazer. No site que montei para contar ao mundo sobre minha primeira maratona internacional, a de Big Sur, tive o desplante de achar que seria de interesse dos eventuais leitores saber exatamente quantos quilômetros rodei com cada um dos tênis usados nos treinamentos para aquela maratona.

Eu sabia porque anotava tudo sobre meus treinos em um programa oferecido pela revista "Runner’s World" na internet _pode até ser visto como um precursor dos serviços hoje disponíveis na chamada web 2.0.

Anotar os treinos não é apenas sinal da tal obsessão que acompanha os corredores em geral, os maratonistas em particular e os ultras, então, nem lhe falo. O registro é útil para acompanhar sua evolução e verificar eventuais erros ou excessos que possam ter levado a um desempenho menos agradável ou mesmo a lesões.

Muitos ainda anotam em cadernos, e há atletas que guardam dezenas deles, com descrições detalhadas. Mas, hoje em dia, o melhor mesmo é usar a internet, que oferece muitas e bons programas para registro das nossas aventuras diárias.

O meu preferido é o do site CoolRunning, que é gratuito (exige apenas um registro simples). Ele é muito fácil de usar e permite que você faça gráficos os mais diversos.

Se você quer compartilhar as informações dos treinos com seu técnico, uma boa opção é o diário oferecido pelo WinningStats, também gratuito. A quantidade de opções do site me deixou um pouco confuso, no início, mas agora já estou relativamente craque (em oposição a relativamente pangaré).

Além das qualidades inerentes a cada um desses serviços, sua grande vantagem é estar disponível na internet. Ou seja, de qualquer computador, em qualquer ponto do mundo, você pode atualizar os dados ou verificar as informações arquivadas.

Mas, se você prefere ter tudo exclusivamente em seu computador e fica mais à vontade com o idioma português, tente o instalar o RunNotes. Eu nunca cheguei a usá-lo, mas sempre ouvi comentários elogiosos a respeito dele.

E bons treinos.

 

Escrito por Rodolfo Lucena às 10h43

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Ver mensagens anteriores

PERFIL

Rodolfo Lucena Rodolfo Lucena, 54, é ultramaratonista e colunista do caderno "Equilíbrio" da Folha.

BUSCA NO BLOG


RSS

ARQUIVO


Ver mensagens anteriores
 

Copyright Folha.com. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página
em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha.com.