Rodolfo Lucena

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Comrades 2007

Comrades 2007

Nota trágica

Até agora, estão confirmadas as mortes de dois corredores que participaram ontem da ultramaratona Comrades, na África do Sul.

Segundo os relatos que vi na internet, os dois estavam na rabeira da prova, lutando desesperadamente para conseguir vencer o tempo de corte da corrida, que é de 12 horas.

Michael Gordon, 34, morreu pouco tempo depois de cruzar a linha de chegada. Durante 20 minutos, uma equipe médica usou técnicas de ressuscitação, sem sucesso.

O outro corredor, de 48 anos, ainda foi levado para atendimento em um hospital de Durban, mas não resistiu.

Jeremy Boulter, o médico-chefe da Comrades Marathon Association, disse que a causa das mortes pode ter sido ataque cardíaco.

Escrito por Rodolfo Lucena às 11h26

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Comrades 2007

Comrades 2007

Dupla de três

As gêmeas russas Olesya (esq.) e Elena Nurgalieva celebram sua dobradinha vitoriosa na Comrades, maior ultramaratona do mundo, que foi realizada ontem na África do Sul. Entre as mulheres, Olesya chegou primeiro na prova de 89,3 quilômetros corrida de Pietermaritzburg a Durban, seguida pela mana, que já venceu a prova três vezes (foto AP).

Bem antes delas, outro russo fez história na ultra, que ontem reuniu 12 mil participantes. Leonid Shvetsov, 38, mandou para o espaço o recorde estabelecido por Bruce Fordyce em 1986: correu a prova em 5h20min49, mais de três minutos de vantagem sobre o recorde anterior. Será que esse tempo dura mais 21 anos?

Shvetsov, que foi 13º na maratona olímpica de 2004, corre, entre outras coisas, para mostrar que grandalhões também são capazes de voar no asfalto. Ele tem 1m86, pesa 72 quilos e abriu nove minutos e meio de vantagem sobre o segundo colocado (a maior diferença desde o ano em que Fordyce estabeleceu seu recorde).

"O mais importante numa prova como essa é se concentrar na distância e economizar energia. Segure o que der para o final", disse ele.

Um número recorde de brasileiros participou do evento. Espero ter logo notícias deles.

Escrito por Rodolfo Lucena às 08h05

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Estocolmo

Estocolmo

Calorão

A finlandesa Erja Kiuru toma um verdadeiro banho em um dos postos de água da maratona de Estaocolmo, que foi realizada no sábado sob um calor incomum, com os termômetros chegando a marcar 28 graus Celsius (foto AP).

Escrito por Rodolfo Lucena às 09h28

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Firenze-Faenza

Firenze-Faenza

Perfume da noite

Quando meu GPS marcou o centesimo quilometro, vi o cartaz colado em uma arvore: ULTIMO QUILOMETRO.

Sacanagem!

A ultramaratona de 100 km mais bela e mais dificil do mundo tem 101 quilometros. Quando voce pensa que esta la, ainda falta mais um tanto.

Para mim, porem, ja nao importava mais. Ela estava conquistada, domada, amarrada no meu peito, pisada passo a passo, morro a morro, sol a sol.

O sol, por sinal, voltava a brilhar, depois de uma noite fria e ventosa.

A prova comecara na tarde do dia anterior, os 100 km del Passatore, uma ultramaratona ponto a ponto, que parte de Firenze, no coracao da Toscana, e segue ate Faenza, patria da ceramica (faianca).

O inicio, as tres da tarde, foi sob um sol mortifero. Tive de me organizar para largar mais lento do que nunca, e depois ficar ainda mais lento, pois bastaram uns poucos quilometros planos e logo comecamos a subir.

Metro a metro, a altimetria prometida nos mapas era ainda mais dura sob nossos pes, e tornava-se ainda mais dificil sob o sol da Toscana.

Em compensacao, tinhamos a vista de Florenca para acompanhar a subida, a primeira de muitas, muitas, muitas.

Mas a melhor vista tive no km 18, quando finalmente a Eleonora conseguiu driblar os bloqueios de transito e me encontrou correndo. Eu estava forte, apesar de ter enfrentado o trajeto mais complicado, do ponto de vista estrat'egico, que ja tivera pela frente.

Minha tatica foi simples: seguir os mais experientes (ou que pareciam), caminhar quando subia, trotar de leve quando dava, procurar a sombra escondida.

Faltavam apenas pouco mais de 80 quilometros. Eh a maravilha da corrida: quanto mais voce corre, menos falta para correr.

Voce pode acompanhar a altimetria no site da prova, AQUI. A sequencia de lombas fortes, muito fortes e fortissimas 'e arrasadora. Mas eu me aguentei ate a noite chegar, por volta do km 50.

Com ela, veio o frio, o vento, o cheiro de mato. E forca para minhas pernas, meu corpo, meu coracao. A lembranca mais duradoura da oprova talvez nao sejam as dores, mas o perfume da noite, quando eu corria solitario no meio do campo, subindo montanhas, descendo encostas, vislumbrando apenas o cenario em volta de mim.

E um cheio de frio entrando pelas narinas, um perfume de merda de vaca, um odor de agua rolando nas pedras do rio, um pouco de vento e de suor.

Depois do 75, as coisas todas comecaram a doer. Mas por pouco tempo. A cada cinco quilometros, havia um posto di ristoro, e a cada cinco quilometros eu encontrava a Eleonorar, me incentivando, mandando beijos, ajudando a trocar de roupa (fiz varias trocas no caminho), me mantendo vivo e ativo, firme e forte.

As duas hernias nao chiaram, mas o pe mandou seu recado. Tomei conta dele. No km 80, eu sabia que iria chegar. Ja tinha mais de 12 horas de prova, poderia ter mais tres, quanto ou cinco, mas chegaria bem, inteiraco como vinha desde o inicio.

Era so segurar o guidon com a ponta dos dedos, e mandar ver.

Tratei de lembrar das minhas filhas, da presenca da Eleonora. No 90, comecei a chorar, antevendo a chegada. Mas logo me irritei com a marcacao que parecia errada.

Nao precisava mais pensar. Corria, caminhava, trotava, caminhava.

Entrei em Faenza, passei a marca dos 100 km. E engoli cada metro dos km 101 at'e chegar onde Eleonora me esperava, mais um beijo, depois de uma tarde, uma noite e uma madrugada na estrada, depois de 15h53min05. Terminei. Feliz, satisfeito, cheio de cheiro da noite no meu peito. 

Escrito por Rodolfo Lucena às 14h16

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Firenze

Firenze

Faltam 65 minutos

Estou num internet cafe, nao tenho acentos nem caracteres especiais.

Hoje nao estah tao quente quanto ontem, mas o sol ainda eh bem forte, e todos os corredores buscam sombra para se proteger.

A largada eh na piazza della Signoria, onde fica a est'atua de David, do ladinho do Ufizzi, onde Hanibal lecter comecou ma das suas etapas de destruicao e morte.

A piazza esta tomada por turistas, os corredores omos um punhado, num canto. Ha uma barracona onde sao entregues os ultimos chips e pectorales (numero do peito).

Variops caminhoes pegam as roupas dos corredores. As minhas vao ficar no carrimnho da Eleonora, que jah estah toda preocupada com as manobras que terah de faszer para acompanhar o percurso.

A tensao eh grande. Acabei de ver um mapa da altimetria do percurso em tamanho maior, dando uma ideai melhor (ou pior) do grau de dificuldade da dita cuja.

Do km 34 ao km 50 ha uma subida em que se sai de 165 metros acima do nivel do mar e se chega a 915 metros. Deu para perceber o tamanho da encrenca?

Bueno, agora eh tratar de botar uma perna na frente da outra.

Antes, porem, ha que agradecer a todos voces quem vem mandando mensagens e comentarios. Elas alegram o espirito e temperam a vontade, alem de me deixarem ainda mais emocionado do que jah estou.

Tchau!

 

 

Escrito por Rodolfo Lucena às 07h54

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Florença

Florença

Que meda!

Faltam 23 horas e dez minutos para o inicio da prova e esta um calor desgraçado.

Vai ser como correr uma Sao Silvestre no horario das meninas e depois seguir por morros e montanhas mais 85 km.

Agora os termometros marcam 31 graus C.

Vambora, Brasil!

Escrito por Rodolfo Lucena às 09h48

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Curitiba

Curitiba

Vitória do planejamento

"Cale a boca e vá correr."

Essa foi a resposta de um funcionário da empresa Kronochip a um atleta que reclamou da falta da prometida cronometragem eletrônica na prova de 24 horas realizada no último final de semana em Curitiba.

Mesmo assim, o corredor seguiu firme, lutando por seu objetivo, assim como Júlio Latini, o Bond, que ouviu o lamentável diálogo enquanto enfrentava a chuva e o frio na pista.

Mas o esforço, para ele, não deu muito resultado: sua tentativa de 24 horas sem parar terminou com 12 horas e 24 minutos, depois de muitas dores nas pernas.

Em compensação, assistiu a um belíssimo desempenho de um jovem, mas experiente corredor, que já nos contou neste blog suas aventuras no terreno das ultramaratonas. Falo de Paulo Nogueira Starzynski, que disputou e venceu a prova de 12 horas. Sua namorada, Pamela, enfrentou a de seis horas e ficou em segundo lugar no geral.

Vejam o que o Bond nos conta sobre o desempenho de Paulo Nog Run, como ele se assina em blogs e fóruns de corredores:

"Ele era um relógio na pista. Foi para fazer 100 km em 12 horas com uma estratégia pessoal: correr 75% + /- e caminhar o restante. Sua tática foi perfeita, não teve chuva ou frio ( que por sinal era muito grande ) que o fizesse esmorecer. Seus competidores diretos foram embora, e ele não se abalou: ficou ali correndo contra ele mesmo.

"Quando faltavam cinco minutos para acabar a prova e todos os atletas já estavam em ritmo de festa, as posições já definidas, ele já tinha sua vitória garantida.

"A organização distribuía apitos e balões entre os atletas na pista para que o final fosse em festa. O Paulo, correndo sem perder o ritmo, me entregou seu balão e acelerou um pouco mais. E completou 100.400 metro, primeiro lugar geral, campeão.

"Nas seis horas, a Pamela caminhou onde tinha que caminhar, correu onde havia planejado e se superou."

Enquanto eles festejam e são justamente homenageados por amigos e conhecidos, não deixo de registrar algumas críticas de Bond à organização.

"Faltou local para que os atletas que não possuíam barracas ou tendas pudessem deitar/dormir. A equipe de fisioterapia ( estagiários) estava mais preocupada em cumprir o tempo de estágio que cuidar dos atletas. Falta de parciais seguras de voltas. Falta de cronometragem eletrônica conforme prometido e de ambulância e/ou médico na pista ."

Os pontos positivos, além do carinho do organizador Mozart e de sua família para com os atletas: banheiros químicos limpos, com um funcionário 24 horas cuidando de sua limpeza após o uso; ótima qualidade dos alimentos oferecidos; ótima quantidade e qualidade de líquidos (isotônicos, refrigerantes, água); transporte do local da prova para o centro da cidade; e alojamento gratuito para os atletas.

Escrito por Rodolfo Lucena às 19h27

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Letônia

Letônia

Sinais trocados

Apesar da indicação do trânsito no asfalto, o maratonista segue em frente na maratona de Nordea Riga.

Escrito por Rodolfo Lucena às 15h04

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Texas

Texas

Cores quentes

Pouco depois do nascer do sol, corredores participam da prova de revezamento Beach to Bay, que vai de Padre Island a Corpus Christi, no Texas (foto AP).

Escrito por Rodolfo Lucena às 09h21

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China

China

Montanhas de degraus

Corredores participam da oitava edição da Maratona da Grande Muralha da China, em Huang Ya Guan,Kuahuolin, nordeste de Pequim (foto AP). Eles enfrentam cerca de 3.800 degraus na muralha, além de montanhas e sol forte. Neste ano, um grande grupo de brasileiros participou do evento. Ao que eu saiba, todos completaram.

Escrito por Rodolfo Lucena às 09h18

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Alemanha

Alemanha

Passadas abstratas

Com um superzoom, Jens Meyer, da AP, faz poesia ao registrar a ação dos participantes na 35ª edição da maratona GutsMuths Rennsteiglauf, em Neuhaus/Rennweg, Alemanha. Cerca de 14 mil corredores participaram do evento no último sábado.

Escrito por Rodolfo Lucena às 09h16

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Santos

Santos

Pretinha manda na Tribuna

Ednalva Laureano, a Pretinha, não tomou conhecimento da concorrência nos 10 Km Tribuna FM, prova realizada hoje em Santos com a participação de 12,5 mil atletas.

A atleta paraibana, que agora lidera o ranking nacional de corridas de rua da Confederação Brasileira de Atletismo, fechou em 33min12, deixando em segundo a queniana Genoveva Jelagat Kigen, 33min41, e em terceiro a maratonista (qualificada para o Pan) Sirlene Souza de Pinho (33m54).

No masculino, Marilson quase chegou lá: ficou 14 segundos atrás do queniano Lawrence Kipcrotich, que levou um carro 0 km com 28min06 (Ednalva também ganhou um carro).

Segundo os organizadores, estiveram presentes atletas de 130 cidades.

Escrito por Rodolfo Lucena às 12h44

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China

China

Visita de inspeção

Corredores que vão participar, amanhã, da maratona da Grande Muralha da China dão uma geral para conhecer de perto o tamanho do problema que terão de enfrentar (fotos AP).

Essa é uma das provas mais lindas e emocionantes do mundo, por tudo que ela oferece: cenário, história, dificuldade, raridade.

Quando participei, em 2004, fui o único brasileiro na maratona, que passa duas vezes pela muralha; a segunda, depois do km 34.

Leia mais AQUI.

 

Escrito por Rodolfo Lucena às 16h04

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Bertioga

Bertioga

A derrota do GPS

O vermelhão que tomava conta do céu, do final da madrugada, já anunciava que o dia tinha dono: o sol iria mandar, dominar, esquentar, soltar fogo pelas ventas. E foi o que aconteceu hoje em Bertioga, no litoral norte de São Paulo, onde algumas centenas de corredores se dispuseram a enfrentar 25 quilômetros de praia livre, areia firme e calor para ninguém botar defeito.

A Interpraias deste ano começou muito melhor do que a primeira edição em que participei, quando eram ainda 30 quilômetros e a largada atrasou mais de 15 minutos. Hoje, a corneta soou na hora certa, com a temperatura ainda amena. Melhor ainda: no primeiro posto de abastecimento efetivamente havia água.

Há três anos, corremos quase a praia inteira sem água e sem saber direito em que altura estávamos, pois a marcação da quilometragem era muito irregular e difícil de ser vista. Hoje, havia postos de água em todos os pontos prometidos pelos organizadores; em alguns, estava até geladinha.

Isso não é dizer pouco, pois o erro no abastecimento é um dos maiores problemas das corridas fora da capital. Ao que parece, os organizadores da Interpraias aprenderam um pouco com as falhas do passado. Tomara que o serviço adequado se repita nas outras provas programadas para o litoral.

Mas, se não tínhamos de lutar contra a falta de água, enfrentávamos outro adversário, ainda mais temível: o todo-poderoso solzão.

Eu saí razoavelmente bem, para meu padrão de lentidão, rodando a pouco mais de seis minutos por quilômetro até o km 6; depois me perdi um pouco na jogada, não marquei direito as passagens dos quilômetros e, irritado, deixei a peteca cair.

Estava correndo sem o prezado apoio de meu superGPS, que se revelou bem pouco super nessa prova. Como cheguei em cima do laço para o começo da prova, não consegui dar ao aparelhinho o tempo necessário para ele se localizar, encontrar o satélite e se transformar em uma traquitana útil.

Deixei-o só no cronômetro, mas, acostumado à marcação automática, acabei sem bater a cada quilômetro. Azar, fui fazendo quando percebia. Só que, a tantas horas, o GPS enfim localizou o satélite e daí começou sua marcação própria, que engoliu parte do que eu havia feito. Enfim uma zona.

Bem, melhor apreciar a paisagem. Praia deserta, gostosa, mar com poucas ondas, de vez em quando um ventinho contra ou de ladinho, só para disfarçar o calor, montanhas à frente.

A perna de ida termina num paredão de montanha, no final mesmo da praia. Daí, dá-se uma voltinha, passa-se por estradinhas de chão batido e, três quilômetros depois, volta-se à praia. É o trecho com piso mais gostoso, melhor que a areia dura da praia, mas também perigoso, porque cheio de costeletas traiçoeiras, prontas para um tropicão.

Na praia, enfim, foi só alegria. Apesar do trambolhão no meu pulso, corria como se estivesse sem relógio: só o sentimento do corpo, diminuindo um pouco aqui, aumentando um pouco lá, mirando corredores que estavam á frente e, aos poucos, chegando perto e passando (ou, se mirasse errado, nem chegando perto).

Às vezes, me deixava abater pelo calor, mas recuperava o ânimo de olho no próximo posto de água. Segui num trote bem razoável que me permitiu até acelerar no último quilômetro e soltar a passada nas centenas finais para terminar em 2h49min33, o que não é nenhuma marca para recorde, mas foi a que meu corpo permitiu hoje.

Ao final da prova, um bom kit com frutas, barrinha, água e uma bebida venenosa de tão doce; o gosto da mistura de açaí com guaraná e ginseng (acho que é isso) até que não é ruim, mas precisava ter um centésimo do açúcar ou adoçante para ficar bebível. A medalha é mais ou menos; não traz a data. E a camiseta também é feinha para meu gosto (alguns até correram com ela, donde se conclui que de gustibus non discutambus, numa adaptação sem-vergonha da citação latina).

Mas essas coisas valem menos. Importa que a prova é agradável, o circuito é bonitinho, o abastecimento foi adequado e, de modo geral, os corredores foram respeitados. Só o meu GPS que não foi muito respeitador.

 

PS.: A foto do alto, mostrando cena da Interpraias em Bertioga, é de Fausto Ferrarias / Runnersp

Escrito por Rodolfo Lucena às 18h06

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Noruega

Noruega

Perigo na estrada

Na bela foto da Reuters, um corredor passa por um sinal de alerta contra a perigosa presença de ursos polares nas redondezas, no arquipélago de Svalbard, Noruega.

O cartaz adverte: "Vale para toda Svalbard".

Escrito por Rodolfo Lucena às 19h32

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Rodolfo Lucena Rodolfo Lucena, 54, é ultramaratonista e colunista do caderno "Equilíbrio" da Folha.

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