Rodolfo Lucena

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Livros, filmes e canções

O Ultramaratonista

O Ultramaratonista

Erro corrigido

Enfim chegou o livro de Dean Karnazes impresso, pronto e acabado, em português.

E a editora corrigiu aquele erro feio na capa e na aprresentação, que identificava o ultramaratonista como "o único homem que tinha corrido dez maratonas em um dia".

Até hoje, duvido que alguém saiba de onde saiu a tal informação, que obviamente não estava no texto original. Mas, enfim, erros acontecem, e é muito bom quando a gente tem tempo de corrigi-los.

De resto, o livro "O Ultramaratonista" é muito interessante, como já comentei aqui neste blog. Cheguei mesmo a apresentar uma breve entrevista exclusiva com o Karnazes, que você pode reler AQUI (tem de rolar a página um pouco até chegar à entrevista, ok).

 

Escrito por Rodolfo Lucena às 14h30

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Revista

Revista

"SuperAção"

 
Na edição de fevereiro da revista "SuperAção":
 
NUTRIÇÃO - Recupere-se dos exageros depois das festas, férias e finais de semana
 
ABDOME FORTALECIDO - Para diminuir o risco de lesões
 
TREINAR DE DIA OU DE NOITE? - Escolha o melhor período para você
 
BALANÇO DA SÃO SILVESTRE - O que vai ser da principal corrida do País
 
PERFIL - Franck Caldeira e Lucélia Peres
 

Para mais informações, visite o site www.interesportes.com.br.

Escrito por Rodolfo Lucena às 17h39

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Nas bancas

Nas bancas

"O2"

Na edição deste mês, a reportagem de capa é sobre o fotoenvelhecimento de pele e cabelos: a exposição, durante treinos e provas, faz dos corredores alvos mais suscetíveis aos efeitos dos raios solares; exageros na corrida também envelhecem mais.

Outra matéria de destaque é o perfil de Jesse Owens, o negro que peitou Hitler. Ele não se abateu pelo preconceito racial, levou quatro ouros nas Olimpíadas de Berlim e fez o líder nazista se retirar do Estádio Olímpico em 1936.

Escrito por Rodolfo Lucena às 17h37

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Canções e momentos

Canções e momentos

Movimento dos barcos

Quando terminei minha primeira maratona, em 1999, pulei, gritei, senti lágrimas escorrendo pelo rosto, abracei minha mulher, nós nós beijamos, comemoramos. E depois, andando já de pés descalços pelo asfalto da Perimetral, ao lado do Parcão, em Porto Alegre, cantei.

Com gritos roucos, toscos, desafinados, berrei os primeiros versos da "Suíte dos Pescadores", de Caymmi, também conhecida como "Minha Jangada...". Sei lá por quê. Ainda hoje me pergunto de que escaninho empoeirado de minha memória saiu o som daquele início de tarde, mas também não investigo muito.

A música fez parte da minha criação. Na família de minha mãe, especialmente, as reuniões do clã eram regadas a canções alemãs, folclore brasileiro, ritmos de roda. Na infância e adolescência, tentei aprender alguma coisa, mas minha incompetência foi maior do que a paciência dos professores. Já quase quarentão, redescobri os corais e participei de alguns grupos com meu som de baixo-barítono. Ou será barítono-baixo?

Mas nunca ouvi música ao correr. Acho perigoso e, principalmente, não gosto: ao correr, quero engolir o mundo com todos os meus sentidos. Mas cantar, já fiz, mesmo jogando pro espaço meu desempenho.

Já subi a Sumaré inteira entoando o "Baião de Ninar", sonhando com "um berço feito de raios de luar". Num treinão longuíssimo na USP, empurrei minhas pernas com a força do refrão de Djavan: "Vou andar, vou voar pra ver o mundo. Nem que eu bebesse o mar, encheria o que eu tenho de fundo".

E me atirei no mar da memória e do mundo ao final de minha primeira maratona. 

Escrito por Rodolfo Lucena às 10h35

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Stephen King

Stephen King

Perigo na estrada

Está de volta às livrarias brasileiras uma velha e excelente história de Stephen King, escrita pelo mestre do terror e do suspense sob o pseudônimo Richard Bachman lá nos idos dos anos 80. E que, pelo menos no título original, tem a ver com corredores.

Trata-se de "The Running Man", que poderia ser traduzido como "O Corredor" ou "O Fugitivo". No Brasil, o famosíssimo filme baseado no drama levou o nome de "O Sobrevivente", estrelado por Arnold Schwarzenegger. O livro foi batizado de "O Concorrente" e é leitura para uma sentada só, rápida, nervosa, emocionante.

Na verdade, o herói pouco corre no sentido literal, como nós fazemos. Usa principalmente outros meios em sua fuga desenfreada, como automóveis e até um helicóptero.

A aventura é ambientada num futuro em que as diferenças sociais são supostamente mais gritantes que hoje (talvez porque King não conheça profundamente o desnível sócio-econômico brasileiro). Para alguns, tal como hoje é a Mega Sena, a única saída da lama é tentar a sorte em programas de auditório mortíferos. Em um deles, asmáticos correm em esteiras enquanto são submetidos uma saraivada de perguntas...

O mais sensacional, de maior audiência e que paga mais, porém, é uma luta sem trégua e sem quartel entre um corredor (o concorrente, o fugitivo) e seus perseguidores, que são literalmente apoiados pelo mundo todo (ou quase, como vamos ver ao longo do drama).

Ficar vivo é a missão do cara, para levar uma grana e salvar sua filhinha doente. Um pouco mais complicado que correr uma maratona, mas a vida também o é.

Escrito por Rodolfo Lucena às 21h04

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Nas bancas

Nas bancas

"Contra-Relógio"

O destaque da edição de janeiro, que já está chegando às bancas, é o Ranking Brasileiro de Maratonistas, elaborado pela revista, tendo como base as cinco maratonas oficiais do país (Porto Alegre, São Paulo, Rio, Florianópolis e Curitiba). Trata-se de uma seleção baseada em limites de tempo por faixa etária, o que leva a revista a dizer que apresenta "os melhores maratonistas em 2006".

A edição traz ainda um panorama sobre das cinco maratonas, com detalhes sobre altimetria, temperatura, organização etc.

Na área de orientação técnica, dicas para o treinamento de base nos primeiros meses do ano, para obter melhores resultados ao longo do período.

Escrito por Rodolfo Lucena às 11h51

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Leitura

Leitura

"SuperAção"

Um perfil da bicampeã da maratona de Nova York, Jelena Prokopcukaa, é um dos destaques da revista "SuperAção" deste mês, que também traz uma entrevista com José João da Silva, o bicampeão da São Silvestre que é hoje empresário de eventos esportivos.

Na área de orientação técnica, a revista traz uma reportagem com várias dicas para começar a praticar a corrida com tudo neste ano.

Mais informações no site da editora.

Escrito por Rodolfo Lucena às 14h18

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Humor

Humor

Iotti

Em primeiro lugar, ele é gaúcho. Maratonista, tem um traço de primeira. O nome todo do Iotti, que muitos devem conhecer das páginas da "Contra-Relógio", é Carlos Henrique Iotti. Ele nasceu em 1964 em Caxias do Sul, na serra gaúcha. É jornalista, cartunista, corredor e pescador.  Publica diariamente nos jornais "Zero Hora", "Pioneiro", "Diário Catarinense", "O Estado do Paraná", entre outros. Seu personagem Radicci é best-seller no Sul do Brasil.

 

Escrito por Rodolfo Lucena às 09h46

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Nas bancas

Nas bancas

Contra-Relógio

Já está nas bancas a edição deste mês da "Contra-Relógio", decana das revistas brasileiras de corrida. A vitória de Marílson em Nova York é analisada em detalhes na reportagem de capa, na qual o treinador do campeão, Adauto Domingues, fala sobre como foi a preparação do atleta e sobre a tática adotada. A revista mostra como foi a evolução do atleta em suas cinco maratonas.

Outras matérias de destaque da CR de dezembro são "Musculação só traz benefícios para o corredor" e "A magia do repouso (para correr bem)". Para saber mais, visite o site da revista.

Escrito por Rodolfo Lucena às 13h42

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Humor

Humor

Iotti

Em primeiro lugar, ele é gaúcho. Maratonista, tem um traço de primeira. O nome todo do Iotti, que muitos devem conhecer das páginas da "Contra-Relógio", é Carlos Henrique Iotti. Ele nasceu em 1964 em Caxias do Sul, na serra gaúcha. É jornalista, cartunista, corredor e pescador.  Publica diariamente nos jornais "Zero Hora", "Pioneiro", "Diário Catarinense", "O Estado do Paraná", entre outros. Seu personagem Radicci é best-seller no Sul do Brasil.

 

 

 

Escrito por Rodolfo Lucena às 07h59

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Supresa

Supresa

Fora das ruas e das pistas

Vejam só o que encontrei em minhas pesquisas na internet: Marathon é o nome de uma banda punk que nasceu nos Estados Unidos em 2002 e acabou neste ano. Aqui ao lado você vê o panfleto de divulgação do último show.

Não entendo nada de punk, mas o som dos caras, pelo pouco que ouvi, é bacaninha. Também não sei se o nome tem a ver com a corrida, pois, como é de conhecimento corrente, a palavra maratona já extrapolou há muito o terreno do esporte e significa esforço hercúleo, determinação, continuidade e mais tantas coisas.

De qualquer forma, a tal banda continua bem viva no MySpace, onde tem um espaço próprio. Você também pode saber mais sobre os caras no site do grupo. E curta a seguir um videoclipe da Marathon, agora ouvida, e não corrida.

Marathon LIVE - "Dictator"

Escrito por Rodolfo Lucena às 11h04

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Humor

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Orlando

Orlando é um sujeito de mil facetas, todas elas muito boas. Ilustrador e chargista, também encontra tempo na sua movimentada vida desenhada para ser agitador cultural e sindical, mobilizando os colegas de pincel e lápis. De nome completo Orlando Pedroso, é paulistano e nasceu em 1959.

Faz parte do conselho da SIB - Sociedade dos Ilustradores do Brasil, para quem organizou o 2º e 3º ilustrabrasil! em parceria com o Senac Lapa. Participa do grupo de formação das câmaras setoriais de artes aplicadas junto à Funarte.

Acaba de lançar o livro "Moças Finas", com 84 desenhos inéditos.

Saiba mais sobre Orlando e seus trabalhos AQUI e AQUI.

 

 

Escrito por Rodolfo Lucena às 08h47

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Humor

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Jean

Jean Carlos Galvão, 34, é cartunista há 14 anos. Começou fazendo cartuns para sindicatos de trabalhadores e charges diárias para um jornal de São José dos Campos, onde mora.

Colaborou com "Veja", "BUNDAS", "Jornal do Brasil" e "O Pasquim21", criou vinhetas animadas (plim-plins) para a TV Globo e hoje publica charges na Folha e ilustrações e tiras semanais na revista "Recreio".

Conquistou vários prêmios, dentre os quais três Vladimir Herzog de Direitos Humanos.

Escrito por Rodolfo Lucena às 19h18

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Humor

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Iotti

 

Em primeiro lugar, ele é gaúcho. Maratonista, tem um traço de primeira. O nome todo do Iotti, que muitos devem conhecer das páginas da "Contra-Relógio", é Carlos Henrique Iotti. Ele nasceu em 1964 em Caxias do Sul, na serra gaúcha. É jornalista, cartunista, corredor e pescador.  Publica diariamente nos jornais "Zero Hora", "Pioneiro", "Diário Catarinense", "O Estado do Paraná", entre outros. Seu personagem Radicci é best-seller no Sul do Brasil. 

Escrito por Rodolfo Lucena às 14h43

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Humor

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Orlando

 

Orlando é um sujeito de mil facetas, todas elas muito boas. Ilustrador e chargista, também encontra tempo na sua movimentada vida desenhada para ser agitador cultural e sindical, mobilizando os colegas de pincel e lápis.

De nome completo Orlando Pedroso, é paulistano e nasceu em 1959.

Em 1978, publica pela primeira vez, já na época da abertura política, no jornal oposicionista "Em Tempo".

Colabora com a Folha desde 1985 e com revistas como "Veja" e "Você S/A", além de ilustrações e capas para editoras como Moderna, Scippione e Ediouro.

É co-autor do "Livro dos Segundos Socorros", dos grupo Doutores da Alegria, além de ser responsável pela criação de suas peças de comunicação. Em 2002, organiza o livro "Dez na área, um na banheira e ninguém no gol", lançado pela Via Lettera. Prêmio hqmix de melhor ilustrador de 2001 e 2005, presidente do 16º e 17º hqmix em 2003 e 2004.

Faz parte do conselho da SIB - Sociedade dos Ilustradores do Brasil, para quem organizou o 2º e 3º ilustrabrasil! em parceria com o Senac Lapa. Participa do grupo de formação das câmaras setoriais de artes aplicadas junto à Funarte.

Acaba de lançar o livro "Moças Finas", com 84 desenhos inéditos.

Saiba mais sobre Orlando e seus trabalhos AQUI e AQUI.

 

 

Escrito por Rodolfo Lucena às 07h32

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Rodolfo Lucena Rodolfo Lucena, 54, é ultramaratonista e colunista do caderno "Equilíbrio" da Folha.

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