Rodolfo Lucena

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Humor

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Jean

Jean Carlos Galvão, 34, é cartunista há 14 anos. Começou fazendo cartuns para sindicatos de trabalhadores e charges diárias para um jornal de São José dos Campos, onde mora.

Colaborou com "Veja", "BUNDAS", "Jornal do Brasil" e "O Pasquim21", criou vinhetas animadas (plim-plins) para a TV Globo e hoje publica charges na Folha e ilustrações e tiras semanais na revista "Recreio".

Conquistou vários prêmios, dentre os quais três Vladimir Herzog de Direitos Humanos.

Escrito por Rodolfo Lucena às 19h18

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Iotti

 

Em primeiro lugar, ele é gaúcho. Maratonista, tem um traço de primeira. O nome todo do Iotti, que muitos devem conhecer das páginas da "Contra-Relógio", é Carlos Henrique Iotti. Ele nasceu em 1964 em Caxias do Sul, na serra gaúcha. É jornalista, cartunista, corredor e pescador.  Publica diariamente nos jornais "Zero Hora", "Pioneiro", "Diário Catarinense", "O Estado do Paraná", entre outros. Seu personagem Radicci é best-seller no Sul do Brasil. 

Escrito por Rodolfo Lucena às 14h43

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Orlando

 

Orlando é um sujeito de mil facetas, todas elas muito boas. Ilustrador e chargista, também encontra tempo na sua movimentada vida desenhada para ser agitador cultural e sindical, mobilizando os colegas de pincel e lápis.

De nome completo Orlando Pedroso, é paulistano e nasceu em 1959.

Em 1978, publica pela primeira vez, já na época da abertura política, no jornal oposicionista "Em Tempo".

Colabora com a Folha desde 1985 e com revistas como "Veja" e "Você S/A", além de ilustrações e capas para editoras como Moderna, Scippione e Ediouro.

É co-autor do "Livro dos Segundos Socorros", dos grupo Doutores da Alegria, além de ser responsável pela criação de suas peças de comunicação. Em 2002, organiza o livro "Dez na área, um na banheira e ninguém no gol", lançado pela Via Lettera. Prêmio hqmix de melhor ilustrador de 2001 e 2005, presidente do 16º e 17º hqmix em 2003 e 2004.

Faz parte do conselho da SIB - Sociedade dos Ilustradores do Brasil, para quem organizou o 2º e 3º ilustrabrasil! em parceria com o Senac Lapa. Participa do grupo de formação das câmaras setoriais de artes aplicadas junto à Funarte.

Acaba de lançar o livro "Moças Finas", com 84 desenhos inéditos.

Saiba mais sobre Orlando e seus trabalhos AQUI e AQUI.

 

 

Escrito por Rodolfo Lucena às 07h32

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Dica de filme

Dica de filme

Passadas de Potente

Pessoal, é com grande prazer que trago para vocês hoje a colaboração de uma convidada especial. Veja o que Silvana Arantes nos conta sobre um filme também muito especial. Silvana é repórter e corre atrás de notícias de cinema no caderno Ilustrada da Folha desde 2000. Vamos ao texto dela.

"Corra, Lola, Corra" é um filme de tirar o fôlego. Mas não no sentido tradicional _do nó que aperta a garganta. Aqui, o espectador fica mesmo sem ar de tanto ver Lola correr. Com seus cabelos tingidos de vermelho e suas roupas meio desleixadas, a alemãzinha corre atrás de grana, precisamente 100 mil marcos (o filme é de 1998, anterior ao Euro).

Mas Lola não é uma desvairada por dinheiro. Ao contrário, a moça é do tipo romântica, por mais que sua aparência não sugira isso. Ela tem 20 minutos para reunir o dinheiro e salvar a pele do namorado, Manni.

O cara perdeu essa quantia no metrô. Era dinheiro para um acerto de contas que devia ser feito até o fim daquele dia, com uns caras envolvidos em atividades esquisitas. Moral da história: a vida de Manni está em perigo.

A sacada do diretor Tom Tykwer foi contar essa história com a mesma energia que Lola coloca em sua correria disparada. Quando ela avança muito, o filme vira desenho animado.

Se você ainda não viu "Corra, Lola, Corra" (disponível em DVD, quer dizer, não muito: diz o site da Blockbuster que o produto está ‘esgotado‘ no momento), deve estar se perguntando como uma corrida de 20 minutos foi esticada até virar um filme de longa-metragem. Simples: Tykwer triplicou a história. Fez Lola correr três vezes o trajeto, com obstáculos, soluções e desfechos vividos de maneira diferente em cada um.

O crítico norte-americano Roger Ebert, o mais influente nos Estados Unidos na atualidade, acha que está aí a moral da história: "Os menores acontecimentos podem ter imensas conseqüências. O bater das asas de uma borboleta na Malásia pode causar um furacão em Trinidad. Você conhece o ditado", lembra ele.

O fato é que "Corra, Lola, Corra" chamou a atenção do mundo para o nome do alemão Tykwer, e a de Hollywood para Franka Potente. A moça foi parar nos blockbuster "Identidade Bourne" e "A Supremacia Bourne", novamente vivendo perigosamente por conta de um homem _desta vez, Matt Damon, que, cá entre nós, vale o risco.

Se você perdeu as passadas de Potente em 1998 , corra até uma locadora e boa sorte!

Escrito por Rodolfo Lucena às 10h02

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Luto

Luto

Humor elegante e ácido

Morreu em Los Angeles o cineasta Robert Altman, 81, que se notabilizou por filmes críticos ao status quo, de humor mordaz e elegante.

Um de seus grandes sucessos foi "M*A*S*H", que virou série televisiva. "Nashville" também foi muito bacana, entre outros títulos famosos.

Saiba mais sobre ele AQUI, em inglês, e AQUI, em português. AQUI, uma entrevista antiga.

PS.: Espero que você, caro leitor, veloz leitora, não ache que isso não tem nada a ver com corrida. Correr é abrir janelas no mundo e bisbilhotar um pouco sobre tudo.

 

Escrito por Rodolfo Lucena às 14h31

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Filmão

Filmão

Maratona da Esperança

Está passando na HBO um filme que pode até não ser uma grande realização cinematográfica -vi um pedaço ontem e achei bem mais ou menos-, mas retrata uma história de grandeza, bravura e determinação como poucas.

É a epopéia de Terry Fox, um garoto canadense que, aos 18 anos, foi diagnosticado com câncer nos ossos. Mesmo com o tratamento, sua perna direita foi amputada 15 cm acima do joelho.

Enquanto no hospital, ficou tão impressionando com o sofrimento de outras crianças e jovens atingidos pelo câncer que resolveu fazer uma campanha para arrecadar fundos para combater a doença. Decidiu atravessar o Canadá correndo, em uma jornada que batizou de Maratona da Esperança.

Treinou por 18 meses, correndo mais de 5.000 quilômetros para se preparar. A travessia teve início em 12 de abril de 1980 e ele passou a fazer uma maratona por dia, mal atraindo atenções no início, mas logo se tornando uma figura nacional. Foi obrigado a parar em primeiro de setembro, depois de 143 dias e 5.373 quilômetros, pois o câncer havia voltado, agora nos pulmões. Morreu em 28 de junho de 1981, aos 22 anos.

Sua abnegação e heroísmo renderam frutos. Hoje há corridas Terry Fox por todo o mundo, e uma Fundação com seu nome continua a empreitada que ele começou.

O filme, "Terry", é uma produção do ano passado, e suas próximas exibições na HBO serão nos dias 21 e 25 deste mês.

Escrito por Rodolfo Lucena às 20h29

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Iotti estréia em +corrida

Em primeiro lugar, ele é gaúcho. Maratonista, tem um traço de primeira. O nome todo do Iotti, que muitos devem conhecer das páginas da "Contra-Relógio", é Carlos Henrique Iotti. Ele nasceu em 1964 em Caxias do Sul, na serra gaúcha. É jornalista, cartunista, corredor e pescador.  Publica diariamente nos jornais "Zero Hora", "Pioneiro", "Diário Catarinense", "O Estado do Paraná", entre outros. Seu personagem Radicci é best-seller no Sul do Brasil. 

Escrito por Rodolfo Lucena às 14h12

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Humor

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Corredor metafísico

Com essa maravilhosa tira do Laerte, que gentilmente mandou sua contribuição para este blog, começamos uma área de humor e ironias sobre a vida corrida.

O Laerte "não é bom, é gênio", como diz outro gênio do cartum, o gaúcho Santiago.  Para ver mais trabalhos dele, que, entre outras múltiplas atividades, também produz uma tira semanal para o caderno "Informática" da Folha, visite o seu (dele) site, que está AQUI.

Escrito por Rodolfo Lucena às 08h37

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Rodolfo Lucena Rodolfo Lucena, 54, é ultramaratonista e colunista do caderno "Equilíbrio" da Folha.

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